Dormitório Mundo

🌎 Gente, e esse dormitório que estou apaixonada por ele?! 💚
Para quem curte um estilo diferenciado e quer um cantinho da casa customizado com a sua cara, o pedido é para que o ambiente fuja dos padrões ‘normais’. E aí está o resultado. O céu é o limite! 🤩

Design por : Débora Bonetto Arquitetura

Dormitório com tema musical

Fala pessoal , tudo bem? Hoje estou trazendo para vocês um dormitório com tema musical 😀

O pedido da vez foi para que eu elaborasse um quarto com um estilo musical, mas que não ficasse muito pesado. Então escolhi cores específicas que combinam com o ambiente num aspecto geral e deixei informações no ambiente de modo que não o tornasse muito pesado. Sabe aquela sensação de que está na medida certa? Foi isso que pensamos em proporcionar ao ambiente na hora de projetar. Espero que gostem do resultado 😀

Este quarto tem uma pincelada do Rock em seus detalhes, o que o traz ao estilo e ao mesmo tempo temos a sensação de estarmos num ambiente mais ‘clean‘, sem excesso de informações 😉

Quer fazer um projeto e não sabe por onde começar? CLIQUE AQUI e fale com a gente 🙂

ÁREA GOURMET EM ESPAÇO PEQUENO

Sabe aquele seu quintal que você não sabe o que fazer com ele? Que tal transformá-lo numa linda área gourmet para reunir todos os seus amigos e familiares?

Essa foi uma ótima pedida de uma cliente e eis que um espaço vazio ganhou vida!💕 Quer reformar ou construir? Entre em contato conosco clicando AQUI, ficaremos felizes em atendê-lo! 🤗😘😍

 

Espero que tenham gostado 😀

Para mais informações: Clique aqui

Cabeceiras de cama, qual a melhor opção?

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🏡  Olá pessoal! Hoje é dia de dicas para a #cabeceira da sua #cama! Não sabe como posicionar de forma correta? Então vamos lá :

🔸Sensação de quarto ‘mais alto’ – nessa modalidade, a ideia é fazer com que a percepção do #ambiente seja de que seu quarto possui ‘pé direito’ (distância do piso até o teto) mais alto do que realmente é. A amplitude se faz num sentido vertical, é indicado para apartamentos com pé direito baixo, para compensar a ‘falta de altura’ no ambiente.

🔸Sensação de quarto mais largo – Nessa opção a moldura da cabeceira deve ser feita no sentido horizontal, como indicado na imagem, quando se opta por esse tipo de cabeceira, o quarto passa a impressão de ser mais largo do que realmente é. Indicado para ambientes apertados.

🔸Mantém a proporção do quarto – nessa opção, o quarto não parece nem maior, nem menor do que realmente é. Se você está satisfeito com o tamanho do seu quarto, pode optar por esse estilo de cabeceira, pois ele não intervém nas dimensões visuais do ambiente e enquadra a cama super bem.

🔸Sensação de #amplitude – se você quiser investir num visual amplo, tanto horizontal quanto vertical, use a parede toda para o enquadramento da cama, nessa opção você pode usar uma decoração para a parede, caso não queira ela lisa, pode usar quadros, molduras, entre outros.

Lembrando que para criar a cabeceira você pode optar por diversos tipos de materiais, desde tintas comuns até papéis de parede diferenciados, gesso 3D, painéis de madeira, dentre tantos outros materiais que podem ficar maravilhosos se usados de forma correta! ☺️ Espero ter ajudado vocês! Se gostou deixa um like 😉

Beijos e até a próxima 🙂

Casas de Adobe

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Casa de Adobe no sertão mineiro. Adobe é uma técnica construtiva vernacular, muito utilizada em regiões carentes, onde o tijolo é feito de terra crua e água (barro) juntamente com a palha. Algumas vezes é encontrado o uso de outras fibras nesse tipo de construção. A argila é moldada in loco (no local da obra) e inicia-se o processo construtivo do edifício. A construção com Adobe foi amplamente utilizada nas civilizações antigas, esse método proporciona conforto térmico, rapidez na execução, baixo custo e sustentabilidade. Se optar por esse tipo de técnica construtiva, o ideal é que o acabamento seja realizado com algum tipo de vedação externa para que os tijolos fiquem protegidos da ação da chuva, também é importante a execução de beirais para proteção da edificação. Para fundação, usa-se normalmente pedras comuns como o xisto numa espessura de 60cm acima do solo para que não haja contato direto da edificação com a umidade da terra, preservando assim o estado de conservação do que será construído.

Iluminação natural, o que é?

O que seria iluminação natural? Nada menos que um ambiente que, durante o dia, não necessita de iluminação artificial (lâmpadas) pois o mesmo é iluminado pela luz solar! Esse tipo de edificação geralmente é mais aconchegante e confortável, pois interage com a natureza e usa os seus recursos para tornar tudo mais confortável! Confira na imagem alguns tipos de iluminação natural através de rasgos na cobertura da edificação 😉

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Quarto baby

Olá pessoal! Tudo bem? Estou postando aqui um projeto que fiz esse mês de um quarto de bebê 🙂

Foi pensado num quarto onde o bebe e a criança possam interagir no mesmo ambiente, proporcionando união e aconchego aos irmãos. As cores foram aplicadas de forma a trazer paz e tranqüilidade para o ambiente, o que proporciona mais leveza ao dia a dia das crianças, a cor que prevalece é o azul, em variados tons, pois é uma cor serena e que proporciona tranqüilidade para quem a observa. O projeto contém itens que levam a criança a desenvolver sua criatividade, como por exemplo, o rolo de papel, onde eles poderão usar toda a imaginação para produzir seus desenhos e pensamentos. O quarto no estilo provençal proporciona traços finos e leves para o ambiente e faz com que o mesmo se torne aconchegante.

Qual a altura ideal para o pendente?

Muitas dúvidas surgem na hora de decorar uma casa! Hoje vou postar uma dica que pode te ajudar na hora de saber qual altura ideal para seu pendente!

Para mais informações, entra em contato com a gente, só clicar no link abaixo:

Enviar mensagem para Débora Bonetto Arquitetura & Interiores

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Imagem: Pinterest

Essas alturas são indicadas para que haja uma boa iluminação e conforto visual em seu ambiente! 😉

Débora Bonetto.

Pranchas de projeto, como organizar?

Oi pessoal! Sei que muitas pessoas se enroscam na hora de montar uma prancha, então vamos a alguns passos para que você tenha mais facilidade na hora de criar sua prancha! Vou dividir a matéria em alguns módulos, então terá continuação 😉

DIAGRAMAÇÃO DE PRANCHAS.

O que é isso?

A diagramação de uma prancha nada mais é do que a ordem com que você insere as informações na sua prancha de projeto. É simples e ao mesmo tempo difícil. Alguns cuidados devem ser tomados ao se inserir as informações na prancha, quais são eles? Vamos lá:

Conteúdo

Antes de qualquer coisa, selecione o conteúdo que terá cada prancha, por exemplo, se eu quero distribuir as informações em três pranchas, quais serão as informações de cada uma delas? Organize! Por exemplo, uma para planta baixa e seções transversais, outra para ventilação, insolação, fluxos e outra para informações estruturais. Assim seu projeto ficará mais fácil de ser lido, como sabemos, os arquitetos leem desenhos 😉

Dimensão

Gente, façam testes! Os tamanhos das imagens nem sempre irão ficar do jeito que estamos imaginando, então façam testes antes de plotar, eu vou dar uma dica que me é muito útil: plote em formato PDF e quando visualizar o arquivo, coloque 100% e veja o tamanho das imagens, se a imagem não ‘estourou’, essas coisas, se estiver ok, então está pronto para ser impresso!

Relevância

Aqui muitos pecam! Sempre que formos inserir informações nas pranchas, temos que pensar o que é mais importante, quais informações não podem passar desapercebidas. o que for mais importante, a escala será maior e terá mais destaque, o que for menos relevante, pode estar em escala menor e não precisa ocupar espaço privilegiado na prancha. As vezes vemos umas setas de norte maiores que a planta baixa, rs

Padrão

Nunca se esqueça de, antes de começar a inserir as informações na prancha, estabelecer um padrão para elas, para que seu projeto não fique parecendo um Frankstain… rs , então sempre separe as fontes, o tamanho das fontes, como será os títulos? Itálico, negrito? E o corpo do texto? que fonte você irá usar? Organize tudo antes de começar para ficar bem apresentado!

Composição

Este ponto vai depender da sua criatividade. A geometria sempre ajuda nesse momento. Você pode separar sua prancha em seis partes iguais e distribuir as informações em cada parte, ou pode deixar um espaço no centro e dividir o restante em mais quatro quadrantes, aí vai do seu gosto pessoal e de como as informações se encaixam na prancha, como se relacionam entre si.

Lembre-se que você tem que fazer com que o leitor percorra toda sua prancha, então estabeleça um caminho, ele vai começar lendo o título, o sub título, depois irá para o projeto, os cortes, isso é você quem estabelece com padrões, dimensões, cores, destaques!

Essas são algumas dicas valiosas, espero ter ajudado!

Beijo,

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Exemplo de prancha – concurso site hometeka

Sala de Reunião corporativa

Olá pessoal, vou postar alguns dos meus trabalhos aqui no site, espero que gostem!

Hoje estou postando uma sala de reunião onde foi me solicitado que houvesse a cor laranja, pois era a cor da logo da empresa. O pedido foi atendido com sucesso. As cores neutras na sala de reunião foram utilizadas para que não haja dispersão devido às cores (as vezes as cores chamam tanto a atenção que acabam atrapalhando). Eis o resultado:

Parques, como torná-los atraentes?

Mais uma questão que paira sobre os Urbanistas: ‘O que realmente é necessário para um projeto de um parque/praça que funcione?’. Essa e outras questões sempre devem ser analisadas e questionadas levando em conta um estudo prévio aprofundado do local a ser inserido o projeto.

Por que será que alguns parques urbanos tem uso contínuo e outros não? Normalmente, quando vemos que um parque é bem sucedido e há dinâmica no local é porque há diversidade física funcional de usos adjacentes e consequente diversidade de usuários e seus diferentes horários.

Como é descrito no livro Morte e vida de grandes cidades de Jane Jacobs:

Um parque urbano é fruto da sua vizinhança e da maneira como essa vizinhança  gera uma sustentação mútua  por meio de usos diferentes ou deixa de gerar essa sustentação.’

Sendo assim, podemos entender que para que um parque tenha mais possibilidade de ter sucesso em seu uso durante o dia, precisamos observar se o entorno o usará de forma apropriada e quem o usará e para que. Ao projetar um parque, devemos pensar: ” O que levará uma pessoa a frequentar esse parque?”, ”quais serão serão os atrativos desse parque?”, etc.

A arquitetura também é a arte do questionamento.

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Washington Square NYC  (imagem: nycgovparks.org)

 

A complexidade de um parque que o faz ser interessante pode estar em aspectos sutis, como por exemplo o visual dinâmico, a mudança de níveis no piso, certo agrupamento de árvores, espaços que se abrem a perspectivas variadas, etc.

Outro fator importante ao se projetar um parque são os seus usos. Quais usos terá? Pistas de bicicleta, skate, espaço para empinar pipa. Quem usará esses espaços? Enfim, perguntas pertinentes ao projeto devem ser realizadas durante toda a execução do mesmo.

Com esses passos somados a um bom conhecimento do universo da arquitetura e do urbanismo se torna mais evidente o sucesso de um projeto de um parque em determinado local.

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Washington Square , NYC (imagem: NYC parks)

 

 

Calçadas…qual a sua importância?

Há quem diga que as calçadas são meramente espaços entre a rua e o edifício, espaços que dão acesso às edificações, lugares para circulação de pedestres. Mas, se formos analisar um pouco mais sobre esse elemento urbanístico tão importante ao qual estamos tão familiarizados, podemos tomar mais algumas lições do que é e para que servem as calçadas. Quando eu era criança, brincava todos os dias na rua, ou melhor, na calçada. Lá eu ficava horas conversando com meus amigos, brincando de boneca, esconde-esconde e tantas outras brincadeiras. Era nas calçadas que eu ficava ao lado da minha mãe ou do meu pai esperando eles acabarem de conversar com algum vizinho ou comerciante para então, voltarmos para casa, e era na calçada que minha mãe gritava meu nome para eu voltar para casa pois a janta já estava pronta. Podemos concluir então, que o uso das calçadas excede o simples transitar entre elas ou o acesso a qualquer edificação.

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Uma calçada é um elemento imprescindível para a socialização de um bairro, para a segurança das pessoas e para a vida dinâmica de crianças e adolescentes. As calçadas, quando oferecem espaço para que pessoas as utilizem das mais variadas formas, fazem com que esse mesmo espaço se torne mais seguro e convidativo. Primeiro, porque todos gostam de lugares onde existe a vida acontecendo, onde existe dinâmica e, segundo, porque um lugar que sempre tem pessoas transitando em várias horas do dia se torna um lugar mais seguro, devido ao fato de as próprias pessoas estarem observando o local ativamente. Pensando dessa forma, concluo que as calçadas deveriam ser consideradas como ferramenta importante em um projeto urbanístico, visto que, com elas conseguimos fazer do espaço um lugar agradável e convidativo. Sendo assim, a recomendação, como citada no livro ”Morte e vida de Grandes Cidades” de Jane Jacobs, é de que as calçadas deveriam ser mais avantajadas em sua largura, com árvores em seus eixos para proporcionar sombra e lugares para sentar, para que houvesse um uso maior e melhor delas. Eu concordo com esse ponto de vista, sei que muitos problemas da cidade não podem ser resolvidos simplesmente arrumando uma calçada; isso é fato; mas, procurar melhorar é um caminho convidativo para os Urbanistas. Não existe receita pronta para projetar, há tipos e tipos de comunidades e diferentes estilos de vida, mas devemos sempre lembrar que o ser humano nutre as mesmas necessidades básicas em todos os lugares: comer, estar, trabalho, lazer, socializar e, uma calçada bem projetada pode contribuir muito para que essas necessidades sejam satisfeitas, pelo menos parcialmente.

Débora Bonetto.

 

Os seis pontos do Ecodesign.

Olá pessoal, hoje eu venho com um resumo de uma parte de um curso que estou fazendo sobre Ecidesign para cidades e subúrbios. Ecodesign pode ser especificado como o projeto para uma melhora na infraestrutura urbana combinando qualidade, preservação ao meio ambiente, facilidade e pensamento multidisciplinar. Uma integração do sistema artificial e natural envolvendo todo o contexto do espaço.

Capturar

Os seis pontos que guiam a produção desse tipo de pensamento para determinado lugar ou cidade são:

  1. Compreender e gerir a complexidade – As pessoas fazem da cidade um lugar dinâmico. Este sistema dinâmico na cidade nos traz uma larga variação nas formas de expressão humanas. Também temos que entender, ao projetar um espaço, que fora as necessidades básicas de uma pessoa, existem expectativas perceptivas e espirituais que devem ser supridas através do espaço. Os espaços com natureza por exemplo devem trabalhar junto com o design urbano para que o ambiente se torne mais agradável e humano.
  2. Tornar sustentável o crescimento econômico e populacional – Precisamos nos ater a importância de pensar nas futuras gerações nunca descartando a importância dos sistemas naturais. Como exemplo podemos citar espaços abandonados, uma boa opção é reusá-los e não pensar em primeira estância em destruí-los, visto que já existe toda uma estrutura que pode ser reaproveitada.
  3. Tornar todo o processo projetual interdisciplinar – Aqui novamente percebemos o conceito de Ecodesign, todas as disciplinas trabalhando juntas para obter um só resultado.
  4. Sempre requerer envolvimento público – Sempre que diversas opiniões são obtidas para um mesmo espaço, é possível extrair os melhores pontos de cada uma e se chegar a um resultado mais satisfatório. Como já ouvimos diversas vezes: Duas mentes pensam melhor que uma.
  5. Respeitar o contexto – Antes de alterar um espaço precisamos levar em consideração que há um valor emocional para quem habita o local, contanto, a primeira hipótese a ser levada em consideração deve ser : conservar, renovar, reciclar. Se não for possível essas opções, então devemos pensar em intervenções que use menos energia e poucos recursos para obtermos viabilidade de projeto.
  6. Projetar com uma tabela variada de produtos e materiais – Os projetistas devem se sentir livres para explorar e usar todos os materiais disponíveis no mercado, combinar diversos materiais para se obter melhor desempenho e qualidade.

Esses são os pontos principais do Ecodesign para cidades! Se você gostou, curte, compartilhe e nos acompanhe pelo blog ou facebook! Um abraço!