Novo Urbanismo, o que é?

O  Novo Urbanismo consiste em explorar as possibilidades reais do desenvolvimento de uma cidade. Com o crescimento de rodovias e áreas monofuncionais, a cidade passou a interagir com o cidadão de forma diferente. Ao invés de encontrarmos uma dinâmica ativa de comércio, lazer, descanso e outras funções por toda a cidade, encontramos núcleos de usos diferentes, por exemplo um shopping onde encontramos um forte setor comercial. Hoje, na maioria das vezes, para trabalharmos por exemplo, precisamos nos deslocar através de algum veículo auto motor. Precisamos levar em conta que é necessário estudos de aspecto social somados aos estudos de desenvolvimento e crescimento das cidades pois, é uma questão óbvia que as cidades são para serem feitas e projetadas para pessoas, mas nem sempre é isso que vemos. Outro fator é que as cidades devem contemplar o uso de diversas faixas etárias e classificações de renda, não excluindo nenhum tipo de uso. O correto seria pensar de forma a abranger todas as áreas e não só algumas em específico, como por exemplo o favorecimento para o uso de veículos auto motores, excluindo-se a possibilidade do trânsito de pedestres pela cidade.

novo urbanismo

Foi redigida uma carta do conceito do Novo Urbanismo e dividida em 27 tópicos, resumidos a seguir:

Metrópole, cidade grande e média, cidade pequena

01. A região metropolitana é um órgão com relevada importância no mundo contemporâneo. Devido a este fato, é crucial a cooperação das esferas públicas, governamentais, econômicas e de interesse público, para que haja um bom funcionamento da cidade como um todo.

02. Regiões metropolitanas são lugares finitos, limitadas por dividas geográficas e topográficas.

03. A metrópole tem uma necessária relação com a área rural, necessidade essa ambiental em primeiro aspecto, econômico e cultural.

04. Deve haver incentivo para o desenvolvimento das áreas periféricas da região metropolitana para que estas não caiam em esquecimento levando ao abandono.

05. O crescimento das periferias podem ocorrer de duas formas: pequenas cidades ou vilas com seu próprio perímetro urbano, e nesses casos deve haver uso misto na área para que a mesma não seja utilizada como cidade dormitório.

06. O desenvolvimento das cidades devem respeitar o legado histórico.

07. As cidades grandes e médias devem oferecer uma larga oferta de serviços públicos e privados para oferecer renda a todas as pessoas. Deve-se mesclar moradias sociais no espaço.

08. A estrutura física da cidade deve contar com diversos meios de transportes como bicicletas, transportes coletivos e pedestres, para que haja outras possibilidades de deslocamento fora o veículo automotor privado.

09. Impostos podem ser divididos equitativamente entre os governos para manutenção das cidades.

Bairro, setor e corredor

10.  O bairro, o setor urbano e o corredor são áreas essenciais para o desenvolvimento da cidade, são nesses espaços que as pessoas criam uma relação com o espaço.

11. Os bairros devem ser acolhedores e atender os pedestres e ter uso misto. Os setores tem certa prevalência de usos, mas deve ter o mesmo aspecto do bairro e os corredores são as ligações existentes entre um e outro.

12. Muitas atividades do cotidiano devem ser possíveis de serem feitas a pé. Isto para atender aos que não possuem veículo automotor e precisam trabalhar, se divertir, e fazer uso das necessidades básicas. Para isso, há necessidade de uma rede interligada de vias que encoraje o caminhar.

13. Variedade no tipo de moradia e preços para criar a correta dinâmica miscigenada de uma comunidade.

14. Corredores urbanos bem planejados para conectar todas as áreas sem desconsiderar o aspecto já existente no local da inserção do projeto.

15. Densidades adequadas das edificações e distâncias que deem para ser percorridas a pé, para que a área esteja ao alcance de todos.

16. A concentração de atividades públicas, educacionais e comerciais devem estar distribuídas pelos bairros e serem acessíveis a qualquer tipo de trânsito. Por exemplo, uma criança deve ser capaz de chegar a sua escola de bicicleta.

17. A vitalidade econômica e evolução harmoniosa de uma cidade deve ser estudada através de gráficos para possíveis melhoras.

18.  Diversidade de parques e áreas verdes distribuídos pelos bairros e essas mesmas áreas para servirem como conexão entre bairros e cidades.

Quadra, rua e edifício

19. A primeira tarefa de toda a arquitetura urbana e do paisagismo é a definição física das ruas e dos espaços públicos como lugares de uso comum.

20. Projetos de edificações isoladas podem ser perfeitamente ligados a seus vizinhos. Esta questão transcende as razões de estilo.

21. A revitalização de espaços urbanos depende de segurança (safety) e de proteção (security).

22. Na metrópole contemporânea o desenvolvimento deve acomodar os automóveis de forma adequada. Isto deve ser feito de modo a respeitar os pedestres e a forma do espaço público.

23. Ruas e praças podem ser seguras, confortáveis, e interessantes para o pedestre. Bem configuradas elas encorajam o passeio, permitem os moradores se conhecerem e com isto protegerem sua comunidade.

24. O projeto de arquitetura e paisagismo deve desenvolver-se considerando o clima, a topografia, a história e a prática de construir.

25. Edifícios institucionais e lugares públicos de reunião requerem sítios significativos para reforçar sua identidade e a cultura da democracia. Eles merecem formas distintas, porque seu papel é diferente dos outros edifícios e lugares que constituem o tecido urbano da cidade.

26. Todos os edifícios devem proporcionar a seu ocupante um claro senso de localização, clima, e tempo. Processos naturais de calefação e ventilação podem ser mais eficientes como economia de recursos que os sistemas mecânicos.

27. A preservação e renovação de edifícios históricos, áreas urbanas significativas (distritos), e de espaços verdes (landscapes) garantem a continuidade e evolução da sociedade urbana.

Esses aspectos mencionados acima, tem como foco o respeito as pessoas e o meio ambiente, procurando proporcionar espaços de qualidade ao usuário.

Por outro lado, temos opiniões divergentes quanto ao assunto do novo urbanismo mencionado acima. Segue críticas em relação ao assunto:

– eles estão provocando mais subdivisões do território (apesar de algumas inovadoras) do que cidades, se referindo ao problema da forma ocupação de dispersa do território;

– favoreceram mais o gerenciamento privado das comunidades, que propostas para novas formas de administração pública local;

– as densidades demográficas previstas são muito baixas para suportarem uso misto, e mais ainda para o uso de transportes públicos;

– estão criando enclaves demográficos relativamente homogêneos, sem muita diversificação socioeconômica;

– sem dúvida, estão produzindo uma nova, atrativa, e desejável forma de unidades planejadas de desenvolvimento (“PUD, Planned Unit Development”), e não um sistema eficiente de utilizar vazios bem localizados (“infill development”);

– as estratégias de mercado propostas são mais ajustadas aos empreendedores privados do que às agencias públicas;

– criaram uma nova onda determinista de que a forma segue a função (estranhamente moderno para aqueles que se dizem críticos do modernismo), levando a crer que o sentido de comunidade possa ser alcançado apenas pelo projeto;

– estão promovendo a perpetuação do mito de ser possível criar e manter núcleos urbanos com o caráter de localidades campestres;

– produzidos cuidadosamente, os projetos dos novos urbanistas são divulgados como evocação dos tempos dourados das pequenas cidades e da inocência de um século atrás, que em verdade foi o tempo em que muitos americanos se deslocaram do campo para as cidades maiores, e não para localidades de subúrbio.

Este é resumo dos pontos críticos colocados por Krieger, espelho da posição do GSD, Departamento de Planejamento e Projetos Urbanos de Harvard. Conclui que o bom urbanismo não é necessariamente aquele dos novos urbanistas. Que o sucesso obtido pelo Novo Urbanismo, como repercussão na sociedade, tem sido maior que suas realizações, se analisadas do ponto de vista técnico.

Texto base: Vitruvius

Nota pessoal:novo urbanismo.jpg

No meu ponto de vista pessoal, acredito que há muitas ideias significativas que constam na carta do novo urbanismo, como por exemplo a dinâmica proposta para os bairros e a inserção de áreas verdes, o que permite maior qualidade e satisfação na moradia local. Por outro lado, também é importante o ponto de vista contrário à carta, pois como observamos com conhecimentos empíricos, não podemos engessar um processo, ainda mais quando se trata de grandes espaços com dinâmicas diferentes. Precisamos levar em consideração todos os aspectos positivos e negativos do local, conhecê-lo profundamente, estudá-lo e então, propor iniciativas que venham somar para o bom desenvolvimento da cidade, sejam iniciativas a favor ou contra ideais proposto por estudiosos, políticos ou civis. O conjunto de conhecimentos nos leva a possibilidade de alternativas viáveis e de crescimento para os espaços projetados ou re-inventados, conforme necessidade do local.

 

Leitura recomendada: Vida e Morte das Grandes cidades – Jane Jacobs

 

Cozinha colorida

A cozinha é um lugar essencial na casa, sabemos que muito dos eventos sociais que ocorrem em nossas casas são na cozinha, onde todos se reúnem, conversam e comem. Comer e conversar com amigos não tem preço que pague. Pensando nisso foi que desenvolvi um projeto com clima de alegria numa cozinha aconchegante num AP no  interior de São Paulo.

Confira as imagens do resultado, espero que goste:

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Solicite um orçamento para seu projeto:

deborabonetto@live.com

 

 

Grande hotel – Pelotas

Grande Hotel – Pelotas

Grande Hotel - Pelotas
Grande hotel – Pelotas (foto autoral)

Segundo o livro Aprendendo com Las Vegas, o edifício se enquadra mais no estilo Pato, pelo fato da construção encerrar em si sua própria referência. Contanto, traz em si resquícios da era nomeada por Venturi como ‘’galpão decorado’’, pois ainda não está de todo imersa no movimento moderno, podendo-se observar traços decorativos ignorados pelos modernistas e conceitos diferenciados, encerrando-se no estilo mais adequado ao seu perfil : o eclético.

Projetado pelo Engenheiro Theóphilo Borges de Barros, o edifício foi construído entre 1924 a 1928. Abrigou muitos ilustres e representava o status da época. Hoje é um bem tombado e foi adquirido pela Universidade de Pelotas para que o edifício sirva de sede para o curso de Hotelaria e Turismo.

Foi o edifício que mais me chamou a atenção quando visitei a cidade de Pelotas. Acredito que um dos fatores que devem ser levados em conta é o interesse que certa edificação causa no espectador. A vontade de utilizá-lo de alguma forma. Acredito que os estilos em sua totalidade não devem ser seguidos individualmente, mas é interessante que os arquitetos tenham um senso crítico apurado e pensamento aberto para utilizar-se do melhor de cada descoberta para criar o que é necessário para a sociedade moderna atual. Se houver essa interação e troca de valores e referências entre os estilos, é possível chegar em soluções para os atuais problemas que enfrentamos na nossa sociedade no aspecto urbano – arquitetônico. Descartar o que não funciona e selecionar métodos eficientes. Acredito que não há a necessidade de se desapegar totalmente de um estilo antigo e recriar os conceitos adotados na arquitetura até então. Também não há necessidade de atacar certo movimento tendo-o como completamente errado e ineficiente pois, todas as descobertas somam para um amadurecimento no pensar e é essa dinâmica que nos permite progredir como sociedade. Não defendo a bagunça e a confusão, não. Mas, se o indivíduo arquiteto sabe raciocinar claramente sobre os estilos, o que gerou na sociedade, suas eficácias e ineficiências e, com isso montar um plano positivo para qualquer segmento da sociedade, sou totalmente a favor de que o mesmo o utilize de forma a agregar valor à sociedade possibilitando futuras descobertas em diversos setores, pois ao contrário do que muitos pensam, o mundo continua dinâmico e há muitas coisas a serem descobertas ainda. A estagnação não pode fazer parte da rotina de pensamentos de um arquiteto, ele deve estar sempre aberto ao novo. O edifício do Grande Hotel de Pelotas, em seu estilo eclético mostra que, mesmo não sendo fiel a um único modo de pensar, é possível obter-se excelentes resultados que permeiam o tempo e a sociedade.

Débora Bonetto.

 

O que colocar debaixo da escada?

E agora? Queria algo diferente mas estou sem ideias!

Vem comigo que eu te ajudo!

Primeiro vc tem que saber o que vc acha legal para colocar lá ou o que está faltando na sua casa como por exemplo um espaço para colocar livros. Decidido isso, mãos à massa! A seguir vou te dar algumas ideias bem legais para vc decidir o que acha que combina mais com sua escada. 🙂

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Essa ideia muitos já conhecem e é super bem vinda para quem tem pouco espaço e precisa otimizar o ambiente! Para isso é preciso contratar um designer de interiores clique aqui para contratar , após ter seu projeto em mãos, vc precisará de um marceneiro para executar o projeto. Os valores vão depender dos materiais e da dimensão do móvel, também leve em conta que cada região tem um preço diferenciado! 😉

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fonte: difratellifatto

Pode ser que você queira uma decoração bem bacana e a minha sugestão é algo que seja a sua cara! Se você gosta de verde, então aproveite para usá-lo nos detalhes. Se vc gosta de rústico, faça um espaço assim, aproveite para deixar a sua cara. Só não esqueça que o ideal é que esse ambiente combine com a sua casa!

 

Há mil formas diferentes de usar o espaço debaixo da escada! Abaixo mais algumas ideias para vc se inspirar 😉

Fontes imagens: costruçaoedesign, casaejardim, habitissimo, construlopezegimenes, abouthome, margaretearquitetando, arqteturas

Decoração estilo industrial, o que é?

Oi gente! Tudo bem? Bom… o que é estilo industrial?

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Esse estilo foi criado nos anos 70 mais ou menos, foi onde tudo começou. As pessoas começaram a comprar galpões e transformá-los em residências! Como galpões tem o encanamento aparente, o concreto aparente, nada muito ”arrumadinho ou fofinho”, tudo bem básico, sem muito ‘frufru’, rs, foram aproveitados esses detalhes na decoração dos ambientes, as pessoas resolveram deixar essas características e trabalhar com elas ao invés de reformar por completo os galpões! Massa né? 😀

Styling Anna Mård; Ulkner
Styling Anna Mård; Ulkner

Esse estilo geralmente segue um método minimalista, os móveis são básicos, a estrutura é toda aparente, ligações elétricas e hidráulicas, etc. Esse estilo super legal surgiu em Nova Iorque e se espalhou por boa parte do mundo.

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Aqui no Brasil temos vários exemplos dessa decoração. O pessoal gostou tanto, que hoje em dia os ambientes com essa decoração não necessariamente eram galpões anteriormente! Muito desses espaços são projetados para serem assim desde o inicio! E vou te contar uma coisa, muitos adeptos dessa ‘moda’ são os homens, que quando falamos de decoração gostam de uma linha mais racional e simples.

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Como apresentar meu projeto?

Oi pessoal! Andei analisando na faculdade e percebi que muitas pessoas tem dificuldade de montar uma prancha (folha em que vão as informações do projeto e o projeto em questão) acabam se perdendo no caminho e o resultado é uma prancha poluída, ou seja, confusa, o conteúdo não é claro e fácil de entender. Ok, mas o que fazer então? Como me organizar para apresentar um projeto de fácil leitura e interpretação? Vamos lá:

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1º Organize o conteúdo.

Isso mesmo gente. Organização é tudo! Liste tudo o que você tem a colocar na prancha e enumere os itens, do mais relevante ao menos importante. Disponha as informações na prancha de modo a valorizar o que é mas importante.

2º Divida a prancha.

Quando você for colocar a infomações na prancha, precise saber como dispor na prancha pra que fique harmônico. Separe a prancha por colunas horizontais ou verticais, retângulos, circulos, o que você julgar melhor e depois começe a colocar os conteúdos (de forma organizada) nesses espaços, preenchendo-os. Não esqueça que o vazio também é importante, então trabalhe bem os cheios e vazios fazendo com que o leitor não sinta cansaço ao percorrer os olhos pelo seu projeto.

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3º Cores.

Cuidado com essa parte! Já aviso de antemão, rs . As vezes a gente quer inovar e acaba fazendo as coisas de uma forma errada. Ao usar as cores seja comedido. Se você pesar muito as cores no seu projeto, pode acontecer de as cores chamarem mais atenção que o próprio projeto e aí você não alcançará o resultado esperado.

4º Fontes, tamanhos, textos.

Pessoal, não sejam muito longos nos textos, além de ficarem cansativos, não é o ideal de um projeto arquitetônico. No projeto o texto vem para complementar o que o desenho não pode expor. Cuidado com as fontes e tamanho da escrita. Se ficar muito pequeno, não dá pra ler e muito grande fica feio demais! Também não se esqueçaam de justificar os textos e alinhar imagens, textos, tabelas, tudo  o que tiver na prancha para ficar apresentável.

5º Padronize.

Para você ter um resultado legal no visual das suas pranchas, procure padronizá-las. A cor e o tamanho da letra do título segue para as demais pranchas, a fonte dos textos iguais em todas, as cores utilizadas também. Além de ficar muito mais bonito passa a impressão de organização.

Bom, é isso aí! Espero tê-los ajudado !! Agora vamos por a mão na massa e projetar! Beijos. 🙂

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Texto: Débora Bonetto

Imagens: IAB, Archdaily

Iluminação natural

Oi gente! Já ouviram falar em iluminação natural? Ela é mil vezes melhor do que a artificial, te faz economizar e ajudar a preservar o meio ambiente com uso de menos energia!

Eu acho bem mais aconchegante ambientes iluminados pela luz do sol do que por lâmpadas! Vocês concordam? Ainda mais que fica bem mais bonito o ambiente! Quer conferir uns ambientes que  separei para vocês verem como é lindo quando usada a iluminação natural? Olha que legal:

Agora uma dica, quando contratar um arquiteto, peça a ele que use o máximo que conseguir do recurso de iluminação natural nos ambientes, te garanto que você não irá se arrepender!

Beijos,

 

Débora Bonetto.

Decoração Estilo Masculino

Sabemos que os homens sempre preferem uma decoração mais minimalista. Uma que é uma boa pedida para seu apartamento é o uso de materiais aparentes, sem pintura por cima, cru. Também fica muito interessante as instalações elétricas aparentes, confere ao espaço um aspecto mais sofisticado.

decoração com instalaçoes elétricas aparentes

Também pode ser trabalhada a parede com os tijolos aparentes, fica com um resultado muito interessante:

parede tijolo a vista

Outra ideia legal é dispor a iluminação de uma forma criativa para ser o destaque do ambiente:

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Espero que tenham gostado! Beijos. 🙂

Vidro de proteção solar

Dica de material para vcs que querem um ambiente com vedação em vidro mas não querem que fique um lugar muito quente 😉

Empresa/marca: Reflecta float – Cebrace

Sobre o produto:

O Reflecta Float é um vidro de proteção solar que reduz em até 60% a entrada de calor no ambiente e impede em até 80% a entrada dos raios UV (mesmo quando aplicado monolítico).

Possui aspecto refletivo e, por isso, oferece privacidade. Permite maior conforto visual, pois evita o ofuscamento.

Processamento
temperado, serigrafado e curvado

Aplicação
monolítico, laminado e insulado

Utilização
Entre outros usos, o Reflecta Float é indicado para ser utilizado em:

– Fachadas;
– Portas;
– Janelas;
– Coberturas;
– Sacadas;
– Fechamento de varandas.

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Para mais informações sobre este e outros produtos, você pode visitar o espaço Cebrace® em nosso Catálogo de Produtos ou ir diretamente a www.cebrace.com.br

Fonte: Archdaily

Observando o céu de um jeito diferente!

Oi pessoal!

Sabe aquela hora que tudo o que você mais quer é deitar e relaxar? Então, a designer argentina Aldana Ferrer desenvolveu três modelos de janelas sensacionais para você observar o céu de uma maneira diferente!

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A primeira você deita sobre ela e observa o céu, deve ser muito interessante observar a chuva também!Experiência única 🙂

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O visual fica bem legal também! Não acham?

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Agora, se você tem medo de deitar sobre uma janela, calma, ainda tem mais dois modelos para você! haha

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Um modelo para você que não arrisca deitar sobre a janela, ainda mais se for no 24º pavimento de um edifício né? (aí só pra quem curte esporte radical haha)

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Esse último modelo dá para observar tudo ao seu redor, tanto o céu quanto o seu entorno e até ler um bom livro, por que não? 😀

Gostaram?? 🙂

Fonte: casaabril

Material que pode substituir o ar condicionado, é isso mesmo produção?

Oi gente!! 😀

Já ouviram falar em hidrocerâmica? Poisé, esse material foi desenvolvido por estudantes espanhóis (estudantes do Institute of Advanced Architecture of Catalunya (IAAC) e tem a mesma função do ar-condicionado! Que demais né?

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Esse material é inserido na parede e tem o papel de resfriar o ambiente, lembrando que já vai economizar uma energia e tanto (pq ar condicionado gasta muito).

O material recebeu o nome de HYDROCERAMICS, ele é composto de bolhas de hidrogel que são capazes de reter ate 400 vezes o seu volume em água, as esferas absorvem a água e, em dias quentes evaporam, resfriando o ambiente.

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O uso desse material é sustentável pois dispensa o uso de energia ou qualquer material que agrida a natureza. Um dia de chuva e essas esferas de hidrogel são reabastecidas! Curtiram? 🙂

Via pensamento verde & Archdaily

Como projetar? Por onde começar?

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Olá pessoal, tudo bem?

Bom, muitos se perguntam ‘Nossa, tenho que desenvolver um projeto, e agora?’. Vou dar algumas dicas da minha própria experiência e espero que ajude vocês. 😉

Vamos adotar uma situação: Tenho que desenvolver um projeto de urbanismo para uma cidade perigosa, com várias ruas tortuosas, não há espaço para lazer e muitas casas são irregulares.

Ok, temos um problema, e agora, o que fazer? Vamos seguir um check-list:

1 – Defina um conceito para seu projeto.

Como a cidade é desorganizada, você observou que as pessoas falam mal dela. Sendo assim, você julgou necessário que a cidade tivesse uma nova identidade. Seu conceito então é IDENTIDADE.

Com seu conceito definido, nós partimos pra próxima etapa.

2 – Procure referências.

Isso mesmo! Pesquise o máximo que você puder sobre temas que abordem cidades que precisam de reestruturação urbana. Liste os estudos de caso e retire deles tudo o que você acha interessante usar no seu projeto. Por exemplo, eu sei que a cidade de Medellín era perigosa e com a reestruturação urbana se tornou um exemplo a nível mundial. Se o projeto é bom, use-o como parâmetro.

3 – Partido do projeto.

Ok, você já tem as cartas na manga, agora o que você precisa é definir de onde vai partir seu projeto.

Eu sei que estou trabalhando com uma cidade perigosa e desorganizada, o que devo fazer para mudar essa situação? (levando em conta que quero mudar a identidade da cidade). Há vários caminhos que levam à mesma solução. Eu quero partir da idéia de que o lugar precisa atender aos eixos da vida humana: saúde, educação, esportes, lazer, cultura. E como fazer isso? Vou implantar usos que atendam a essas necessidades, como por exemplo quadras de futebol, escolas, parques, bibliotecas.

4 – Desenvolvimento.

Agora é a hora de você arregaçar as mangas e começar a jogar no papel tudo o que pensou e listou anteriormente, pense nos acessos, no fluxo de veículos e pessoas, nos melhores lugares para ser implantado um edifício de determinado uso, e vá colocando tudo no papel. Com isso você vai gerar o seu projeto preliminar.

Após incansáveis correções e idéias de outras pessoas comece a se preparar para o projeto final.

5 – Projeto final.

Essa etapa é muito importante, revise seu projeto, tire as imperfeições, imagine-se utilizando o local que você projetou, faça percursos mentais. Tudo para ver se não há erros projetuais antes de dizer ‘pronto, acabei’. Lance seu projeto revisado e atualizado e melhorado e etc (rsrs) no papel e de uma checada final se nada ficou no meio do caminho.

6 – Análise crítica.

Após o projeto finalizado é importante que você o observe e estude para ver se você conseguiu alcançar seus objetivos iniciais. O projeto só ira funcionar da maneira certa se você se certificar de que o propósito inicial foi cumprido. Se sim, parabéns! Você conseguiu! Se você acha que ainda falta alguma coisa, não desista, vá em frente, que o ‘insight’ sempre vem na hora menos esperada, eu sou prova disso por que sempre acontece comigo! Rsrs

Boa sorte, espero ter ajudado e agora bora colocar a mão na massa!

Débora Bonetto

Maquete com caixa de leite!

Fala pessoal, tudo bem?

Esses dias eu inovei, fiz uma ‘maquete sustentável’ de materiais recicláveis… sabe o que eu usei? Caixa de leite!! E ficou muito massa! Se você curte coisas diferentes e ideias boas, pode apostar nessa!

É super fácil de fazer, basta você recortar os moldes (não esquece de tirar as tiras amassadas, se não fica feio) e depois colar com cola super forte, aquela que cola MDF sabe? Pronto, sua maquete está linda e executada 🙂

As fotos da maquete que fiz:

Maquete sustentável
Maquete sustentável

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Conceito x Partido, e agora?

Aquela dificuldade enorme de entender a diferença entre conceito e partido, não é ? Mas hoje vou esclarecer para os estudantes de Arquitetura o que são Conceito e Partido arquitetônico. Vamos lá:

Conceito é basicamente a ideia que você tem para seu projeto, por exemplo: Eu estou projetando uma galeria para o Largo da Batata em São Paulo, sabendo que a região do largo sempre foi um espaço popular e de encontro (mas que hoje está perdendo essas características com o enobrecimento da área) eu quero com o meu projeto resgatar esse potencial da área, ou seja, meu conceito é resgatar a identidade do lugar. ( essa é a minha ideia, certo?)

Já o Partido é como farei para alcançar minha ideia de resgatar a identidade do lugar. Bom, conhecendo o espaço, decidi usar vidros para o interior interagir com o exterior e deixar boa parte do térreo livre com usos interessantes fazendo com que as pessoas tenham vontade de permanecer no local e promova assim encontros e vida ao lugar, sendo assim, o espaço da minha galeria estará resgatando a identidade do Largo da Batata, ou seja, um lugar de encontro. Entenderam?

Resumão:

Conceito: Ideia do projeto, intenção.

Partido: Técnicas que serão utilizadas para executar sua ideia.

Exemplo simples: Meu conceito é clareza e leveza. Então meu partido será o uso de vidros.

Espero ter ajudado!

Beijos,

Débora Bonetto.

Quero mudar meu quarto, e agora?

Fala pessoal! Tudo bem? Bom, hoje vou falar pra vcs algumas dicas pra quem quer mudar a aparência do quarto, ou sala, o que vc quiser! Vamos lá:

Eu ainda vou fazer isso no meu quarto quando tiver tempo e aí posto pra vcs verem. A ideia hoje é estampar uma parede com gibis… isso mesmo! gibis! Fica super legal e divertido e traz um ar descontraído para o ambiente, olha uns exemplos de como fica legal:

Gibis

gibi 2

Tem como estampar móveis também usando o gibi:

moveis gibi

Bora fazer arte?

gibi 4

Segue um tutorial pra vc fazer sua parede em quadrinhos:

Um beijo!!

Débora Bonetto.