Museu da Tolerância – USP

Museu da Tolerância 
CONCURSO NACIONAL PARA O PROJETO DO MUSEU DA TOLERÂNCIA A SER EDIFICADO NA CIDADE UNIVERSITÁRIA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO (USP) NA CIDADE DE SÃO PAULO

Um Museu que respeite as diferenças, que fomente a discussão e reflexão, espaço de contínuo ensino e aprendizagem. Uma generosa sombra acolhedora para debates ao ar livre, sobre a grama, em contato com a natureza. Um grande vão em balanço, monumento à liberdade e à audácia. Rampas e escadas cruzando o vazio, costurando cicatrizes que dificilmente se fecham. Um espaço onde todos são bem-vindos, onde a diversidade une e novos conceitos são criados.

O Museu da Tolerância é constituído por um subsolo cuja cobertura será um teto jardim com a estrutura nervurada de concreto preenchida por terra e grama, reconstituindo assim as características originais do chão de lá. Os únicos eventos que indicam a existência deste subsolo são uma escada e várias clarabóias de vidro dispostas de modo desinibido dentro da malha das vigas de sustentação deste piso. Além de iluminar e ventilar os recintos abaixo, compostos por salas administrativas, seu apoio e infra¬-estrutura, à noite estas clarabóias serão focos singelos de luz a iluminar inusitadamente esta grande praça coberta pelo corpo principal do Museu. Completam este embasamento um auditório para 400 pessoas, que poderá ser dividido em dois e uma pequena sala de projeções para 150 pessoas, ambas isoladas do meio ambiente, funcionando como caixas totalmente estanques e impermeáveis aos sons e vibrações vindos tanto de fora como entre elas. Internamente são providas de uma adequada difusão dos sons refletidos em suas superfícies. No nível abaixo estão os reservatórios d’água para uso diário e reserva de incêndio.


A partir do térreo, lugar da grande praça coberta, do restaurante e café com seus apoios, recepção, informações e loja, ergue-se então o edifício, com o grande vão em balanço, livre de qualquer apoio, cujo vazio é cortado por rampas de acessibilidade universal, de acordo com a NBR 9050. Sua estrutura é composta por duas grandes treliças periféricas espaçadas entre si 25 metros cujos ante e penúltimos módulos compõem dois planos de apoio laterais, compostos por seis pilares metálicos, três de cada lado, intertravados por perfis e tirantes de aço. O último módulo destas treliças possui na ponta um tirante metálico com função de ancoragem.


Entre as treliças, a cada 7,5 m, perfis metálicos transversais constituirão a bandeja de cobertura e de piso do último pavimento, pendurando, juntamente com as treliças, o mezanino de exposições permanente, o piso constituído pela biblioteca, laboratórios, salas para coordenação e demais programas deste nível, bem como o primeiro pavimento, que reservamos para as salas de aula. Mesmo as rampas do vão livre serão penduradas pelos tirantes, dispostos segundo a malha estrutural 7,50 x 6,25m. Em atendimento a IT-08 os perfis serão protegidos por pintura intumescente.

Além das bandejas metálicas, os pisos serão constituídos por lajes pré-fabricadas de concreto que, solidarizadas entre si e à estrutura metálica, constituirão uma grande membrana horizontal de travamento, otimizando o uso de materiais.O contraventamento da estrutura também terá a contribuição de uma torre de concreto que é o núcleo de escadas protegidas do edifício. Ele será construído antecipadamente, pois servirá também de apoio para a grua de montagem. Junto deste núcleo, na ponta sudoeste do edifício, estão os elevadores, um montacarga para transporte de objetos de grande porte, salas técnicas, depósitos e os demais serviços e infra-estrutura do Museu. Atrás deste corpo cego estão os shafts por onde passam todas as prumadas de instalações.

Todo o conjunto será envolto internamente por vidro temperado e externamente por uma pele de chapa metálica expandida galvanizada a fogo, dando translucidez ao edifício e protegendo as fachadas norte e noroeste da incidência solar. A fachada da Biblioteca na face sudeste será constituída somente por vidro temperado transparente, permitindo a vista da mata do Instituto Butantã.

Um edifício exposto, aberto e livre. Coletivo e público. Por isso, monumental.
Um todo que arquitetado e construído representará algo que sonhamos: a possibilidade real de vivermos, experimentarmos e celebrarmos tudo o que temos em comum e o que temos de diferente, também. Uma homenagem à nossa capacidade de tolerarmos uns aos outros neste lugar onde poderemos escolher o que queremos ser.

Texto de : frentes.com.br

Design Weekend em São Paulo!

O DW! Design Weekend, promovido pela Casa Claudia e a Summit Promo, terá mostras, intervenções e debates voltados para design, arte, arquitetura e sustentabilidade. O festival será realizado de 23 a 26 de agosto.

 

A Itália já tem a sua consagrada Milano Design Week. A Inglaterra, o London Design Festival. Agora, pela primeira vez, São Paulo sediará o DW! Design Weekend, festival que tem o objetivo de mobilizar a população para o design, urbanismo, a arte, arquitetura e inovação. De 23 a 26 de agosto, a cidade será tomada por exposições, debates, caminhadas e intervenções.

As atividades serão realizadas em parques, praças, museus, galerias, estúdios e lojas, configurando uma rede de criatividade e talentos a favor do design, da cidadania, sustentabilidade, renovação das cidades, inclusão social, entre outros temas.

Para Pedro Ariel, curador do Design Weekend e diretor de redação da revista Casa Claudia* – que promove o evento em parceria com a Summit Promo -, o diferencial deste festival são as parcerias com arquitetos que trabalham com comunidades da periferia, melhorando esses espaços com arte e cultura. Assista no vídeo abaixo os depoimentos de Ariel e de Lauro Andrade, diretor da Summit .

A programação do festival inclui eventos que abordam temas relacionados à sustentabilidade:

ARTE NO METRÔ: Obras do coletivo Sipá estarão expostas nas estações Clínicas, São Bento, Sumaré e Vila Madelana – nesta, será exibido o painel Fim Lúdico, com seis metros de altura, criado pelo artista plástico Cholito Chowe;

URBANISMO PARA A FELICIDADE: Encontro organizado pela revista Arquitetura & Construção*, entre Marcelo Rosenbaum, Carlos Leite e Anna Dietzsch, para discutir a renovação das cidades por meio da arquitetura. Será na Praça Victor Civita, em Pinheiros (leia mais em Encontro discute arquitetura e renovação das cidades);

CONTAIN[it]: A Praça Victor Civita também receberá um contêiner, da empresa Contain[it] – que reutiliza esses recipientes de transporte marítimo para criar novos espaços – com uma exposição de luminárias, cadeiras, mesas e vasos desenhados pelos designers o SuperLimão Studio, Nada se Leva, Camila Sarpi, Thomaz Bondioli e Diana Albuquerque;

ROTEIROS TEMÁTICOS SP TURIS: A empresa de turismo de São Paulo realizará caminhadas pela cidade, conduzidas por guias bilínguis, com saídas aos sábados e domingos – às 9h e às 14h -, saindo da estação do metrô. A SP Turis também sugere roteiros autoguiadas com os temas Arquitetura pelo Centro Histórico, Cidade Criativa e Arte Urbana. Os roteiros sugeridos estão no site  Cidade de São Paulo;

PRAÇA APRENDIZ DAS LETRAS: Abrigará a mostra Plano de Bairro da Vila Madalena, com propostas de mudanças na região elaboradas por arquitetos do escritório nova-iorquino Davis Brody Bond em diálogo com os moradores do bairro;

DESIGN WORKING E DESIGN+SOCIAL: A Universidade Mackenzie, a feira Craft Design, o Instituto Meio e a ONG Design Possível se uniram à Associação de Designers de Produto para promover o projeto Design Working, que inclui a palestra Design Social – Metodologia e suas contribuições para um mundo mais justo e sustentável, com Lars Diederichsen. Também haverá visitas guiadas à feira Craft Design, a um grupo produtivo e criativo na periferia de São Paulo e ao Instituto Meio, onde serão apresentados projetos de design social. Os interessados devem se inscrever pelo blog do Design Working.

A programação completa está disponível no site do Design Weekend.

DW! DESIGN WEEKEND
Data e Horário:
 23 a 26/08, 10h às 20h
Circuito:
– Al. Gabriel Monteiro da Silva e arredores
Av. Paulista e arredores
– Vila Madalena e Pinheiros
– Centro e Santa Cecília
– Ibirapuera/Moema e
– Vl Nova Conceição

Para mais informações:http://www.designweekend.com.br/

Fonte: Abril (planeta sustentável).

Memórias de uma velha Europa.

Quem nunca pensou como deveria ser a vida dos antigos? O que eles faziam para se divertir, como viviam, qual a arquitetura da época… Hoje temos alguns exemplos que sobreviveram o tempo, mas muitos patrimônios culturais infelizmente estão em ruínas. O que nos resta, então, é preservar o que ainda temos e cuidar para que essa memória [riquíssima] cultural não se perca.

Algumas imagens nos dão vontade de voltar ao tempo e viver em determinadas épocas e lugares lindos com paisagens deslumbrantes, casas requintadas e formosas, arquitetura muitas vezes simples, mas bela. Vou postar algumas imagens que são dignas de parar e apreciar, pensar no tempo em que era vivido, dar valor à arquitetura (tanto na passada como na presente, afinal, daqui há uns séculos a arquitetura contemporânea nossa que será apreciada por muitos). Mergulhe na história, viaje através do tempo a partir de fotos que permitem sua imaginação criar o universo que era existente na época:

Castle yard, Wartburg, Thuringia, Germany

Caerlaverock Castle, Dumfries, Scotland.

Engadine-Tarasp switzerland (kurhaus and church)

Glasgow-Scotland – George Square.

Grindelwald, grotto, I, Bernese Oberland, Switzerland.

Interior, looking east, Carnarvon Castle, Wales.

Lauterbrunnen valley – Staubbach, Bernese.

Naples-street scene, Italy.

New Bridge and Pilatus, Lucerne, Switzerland.

Patrick Street. County Cork, Ireland.

St. Margarets Church, Lowestoft, England 

Obs. Na antiguidade as pessoas achavam que se enterrassem os corpos perto de uma igreja seria mais fácil chegar ao céu, por estarem perto de um lugar santo, perto de Deus.

St. Johns Bridge from the grounds, Cambridge, England.

St. Nicolas Church, Amsterdam, Holland.

Tells Chapel, the lane through the woods near Kussnacht, showing the chapel, Lake Lucerne, Switzerland.

The cathedral and museum, Lubeck, Germany.

The Dingle, Colwyn Bay, Wales.

Treib, chalet on lake, Lake Lucerne, Switzerland.

Upper Engadine, Kampfer and Silverplana, II., Grisons, Switzerland.

Voorstraatshaven, Dordrecht, Holland.

Whitehouse office building, Rotterdam, Holland.

Windmills on the Noordendijk, Dordrecht, Holland.

Fonte: http://www.old-picture.com

A alegria está no ver !

The Saguaro – Palm Springs (USA)

Por um lado….

Colorido , Divertido , Animado…

-As fachadas são coloridas e divertidas, com um design diferente e que chama a atenção.

– Como se percebe, as cores que são utilizadas são cores análogas (primas) para que, mesmo com tons diferentes e fortes, haja uma harmonia ao ver o conjunto como um todo.

– Nos quartos foram utilizadas cores vibrantes e fortes para dar vida ao ambiente.

– Através das cores, a área gourmet se transformou numa área muito agradável e interessante.

– Na recepção, há poucos elementos no ambiente para que a parede ao fundo se destaque com seu papel de parede.

– As formas dispostas de maneira diferente.

– No restaurante foi dado destaque às cadeiras na cor laranja. Cores como laranja ou vermelho dão a sensação de fome e sede.

Por outro lado…

Austero, Sofisticado, Tranquilo…

– Há os ambientes que trazem conforto e descanso à vista. Com o uso da madeira, torna-se mais aconchegante.

– Foi muito bem trabalhada a iluminação desses ambientes. O projeto luminotécnico

faz com que o ambiente se torne muito agradável.

Site : http://www.jdvhotels.com/hotels/riverside/saguaro_palmsprings

Projetando um hospital…

° Quais são os passos iniciais para começar a pensar sobre projetar algo como um Hospital ?

Bom, vamos lá…

– Para um bom projeto hospitalar:

* Pensar em todas as atividades que serão desenvolvidas em seu funcionamento.

*Estruturar todo o fluxo do edifício para que não ocorra conflitos.

*O projeto hospitalar deve ser pensado como uma grande cidade, onde existem as vias principais, secundárias e seus lotes e quadras específicas.

*O projeto deve estar de acordo com a norma vigente, que determina as dimensões mínimas e todos os critérios de cada unidade.

*Como a medicina avança continuamente com a tecnologia, os tratamentos são alterados, surgindo novas correntes e conceitos, por isso devemos estar sempre atualizados com essas tecnologias para não gerar um projeto ultrapassado.

*O projeto deve sempre permitir mudanças rápidas e adaptações frequentes nesse tipo de estabelecimento, para que o hospital possa sempre se manter atual. Estamos falando de versatilidade.

*É necessário saber todas as atividades que serão desenvolvidas no hospital/clínica, para adequá-lo conforme essas necessidades.

*Estar sempre atualizado em relação às novas tecnologias, aos novos materiais,etc.

– Plano diretor hospitalar

Esse plano é o de crescimento e previsão do hospital ao longo dos anos – baseado na previsão de atendimentos, no perfil da população local, no perfil das unidades. Analisar os fatores diretos e indiretos. Esse plano, em geral, determina de forma orientada a expansão dos hospitais.

– O que levar em consideração no dimensionamento de um projeto de um hospital

Antes de começar a projetar, devemos em primeiro lugar, estudar o local que será inserido o edifício hospitalar. Visitar o local e ver a situação in loco.

Para começar, procure entender melhor o sistema SUS, no caso de ser um hospital público. O porte está definido de acordo com o nível de atendimento e quantidade de leitos

Quando o projeto é de reforma, faz-se necessário um diagnóstico dos problemas que a unidade enfrenta para solucionar com o novo projeto.

– Pontos que um projeto arquitetônico deve influenciar na obra

– Criação de uma boa estrutura física para que haja conforto nos ambientes projetados.

-Estar de acordo com as normas vigentes.

-Escolha adequada de materiais.

-Humanização do espaço.

Alguns hospitais exemplos:

                            Hospital Israelita Albert Einstein -SP

                             Hospital Israelita Albert Einstein -SP

            Rede Sarah de Hospitais – Fortaleza CE *projetados pelo Arquiteto Lelé.

                           Clínica da família – Rio de Janeiro 

Auditório do Hospital Sarah – RJ

Fonte:marjorieblog

Sossego à vista!

A residência, localizada em Gonçalves, Minas Gerais não teria uma palavra melhor para defini-la senão ‘sossego’.

 

A residência se projeta para um olhar infinito de montanhas e morros verdes, na Serra da Mantiqueira.

O casal que pediu para que a casa fosse construída no local, queriam, acima de tudo, que a vista fosse o principal elemento e o foco da construção. Pois bem, o arquiteto Mauro Munhoz, em sua ousadia de arquiteto, projetou uma casa sob pilares. Oito pilares sustentam a casa, ela foi projetada dessa forma pois abaixo dela se encontra uma nascente, onde não pode haver construções. Essa elevação da residência proporcionou ao casal uma vista espetacular.

A casa é coberta por um telhado de duas águas, simétrica, com um balanço de 5 metros. A madeira usada na casa vem de áreas de manejo sustentável, sua fachada é toda envidraçada, há um telhado de vidro para um melhor aproveitamento da luz natural.

Sossego, conforto e aconchego, quer mais alguma coisa?

 

Fonte: arcoweb

 

Pausa para o Café!

                      Café & Livraria

O Café agregado com uma Livraria é uma ótima jogada para quem vai visitar o Palácio da Boa Vista em Campos de Jordão.

O Café foi instalado num lugar onde dá para ter uma visão geral do entorno, tornando-se assim, um mirante. Quem não gosta de sentar, apreciar um café ou uma boa leitura com uma visão maravilhosa para a região montanhosa de Campos de Jordão, a tão famosa Pedra do Baú?! A localização é ótima, não?

Para melhorar um pouco mais, temos a estrutura do edifício em madeira e vidro, o que deixa tudo mais sofisticado e aconchegante para quem for usufruir do lugar!

A livraria e o café são próximos um do outro, fazendo com que a pessoa passe automaticamente pelos dois lugares.

O projeto é livre de excesso de detalhes, homogêneo e de simples compreensão. Podemos dizer que tem um equilíbrio em suas formas e volumetrias, os traços são ortogonais e simétricos.

Por ser utilizado o vidro que preenche quase toda a fachada, quando o observador olha para o edifício, dá a impressão de ser maior do que realmente é, pois a visão se estende até os fundos do mesmo.

Para que fosse possível uma integração direta com a livraria e o café, o arquiteto projetista da obra, Caio Faggin, criou uma grande varanda que possibilita o acesso  interligado dos dois blocos, facilitando a circulação.

Vale a pena conferir… parar, descansar e tomar um café !

Fonte: Arcoweb

Quatro melhores torres altas do mundo

– Torres eleitas as melhores pelo conselho de Chicago.

À esquerda, Absolute Towers, projetada por Ma Yansong, e à direita Palazzo Lombardia, por Pei Cobb Freed & Partners

Foram eleitas as quatro melhores torres do ano de 2012.

Todo ano, são escolhidos quatro edifícios, representando as regiões das Américas, Europa, Ásia/Autrália e África/Oriente Médio.

Este ano, os escolhidos foram: Absolute Towers, assinada pelo arquiteto Ma Yansong em Missauga, Canadá; 1 Bligh Street, desenhada pelos escritórios Ingenhoven Architects e Architectus em Sydney, Austrália; Palazzo Lombardia, projetada por Pei Cobb Freed & Partners em Milão, Itália; e Doha Tower, criada por Jean Nouvel em Doha, no Qatar.

 1 Bligh Street, desenhada por Ingenhoven Architects + Architectus

prêmio é uma revisão independente de projetos novos, escolhidos por um painel de júri composto por executivos da indústria. As torres são reconhecidas pela sua contribuição no avanço de prédios altos e no ambiente urbano, além da utilização de sustentabilidade nos projetos.

Al Bahar Towers, projetada por Aedas

De acordo com os organizadores, 78 torres foram inscritas este ano, sendo a maioria delas localizadas na Ásia. Eles também apontam para um número recorde de torres com mais de 200 metros de altura finalizadas em 2011: foram 88, comparadas com 32 em 2005. Este ano, 96 torres com esta altura devem ser inauguradas.

   Doha Tower, criada por Jean Nouvel

Fonte: piniweb.com.br

Praça do Japão – Curitiba

Inspirada nos clássicos jardins japoneses, a Praça do Japão é uma homenagem de Curitiba aos imigrantes da terra do sol nascente. Há uma imponente réplica do Templo Dourado de Kyoto, com 11 metros de altura, e com uma garça em bronze no topo da casa doada por uma comitiva japonesa da cidade de Hijemi durante uma visita a Curitiba em 1994. O local abriga a Casa da Cultura (biblioteca de literatura nipo-brasileira) e uma loja de artesanato com destaques aos origamis, daruma (símbolo da persistência confeccionado sem olhos, que quando pintados simbolizam que um desejo foi alcançado), kaeru (sapinho da sorte, que geralmente é carregado na bolsa para atrair dinheiro), tsuru (pássaro de origami) e maneki neko (gato da fortuna, que acena com uma das patas e que atrai felicidade e alegria).


Em uma área verde de 8.420 m², há 10 cerejeiras e um pinheiro japonês, estátua de Buda em resina, cinco lagos com carpas coloridas, gramado, duas cascatas, portal em madeira japonês, uma lanterna oriental, que é um monólito em pedra esculpida com 1,20 m de altura, monumento em comemoração aos 50 e 100 Anos de Imigração Japonesa no Brasil (18 de junho de 1958 e 18 junho de 2008, respectivamente) e a estátua Paz Nº 30.31, do artista plástico japonês Baku Inoue, em referência a bomba atômica de Hiroshima.


A Praça do Japão também é palco de diversas atrações culturais, entre elas aulas de ábaco, meditação, origami e a “Cerimônia do Chá”, uma tradição budista milenar que promove paz e tranquilidade ao preparar, servir e beber chá.


Outra atividade que ocorre semanalmente no local é a feira orgânica. Seis barracas vendem frutas, verduras, legumes, sucos, geleias e pescados.

Endereço: Av. Sete de Setembro, Água Verde, Curitiba, CEP: 80240180

Telefone: (41) 3242-7222 (Praça do Japão/ Casa da Cultura)

Site: http://www.viaje.curitiba.pr.gov.br

Horário de funcionamento: 
» Praça do Japão
Todos os dias: ininterrupto

» Casa da Cultura (Biblioteca)
Segunda a sexta: 9h às 18h

» Loja de Artesanato
Quinta a domingo: 10h às 17h

» Cerimônia do Chá
Sábado: 9h às 12h

» Prática de Meditação
Sábado: 19h30 (Iniciantes)
Domingo: 9h (Praticantes)

» Aula de Ábaco
Sexta: 13h às 17h

» Aula de Origami
Quinta a domingo: 10h às 17h

» Feira Orgânica
Quintas: 14h às 22h

Preço: Acesso gratuito à praça, Casa da Cultura (Biblioteca) e prática de meditação. Cada encontro para a Cerimônia do Chá custa R$ 10. Cada aula de Origami é R$ 5 (material é cedido pelos professores). Aulas de ábaco custam a partir de R$ 70 (mensais)


Estacionamento: Não tem

 

Mais informações: É permitido levar animais. O dono é responsável pela coleta dos dejetos. Tem 12 bancos de madeira em bom estado de conservação espalhados pela praça. Na praça ainda existem três telefones públicos. Há seis lixeiras sem coleta seletiva. Não tem banheiro público. A segurança é feita pela Guarda Municipal. Tem uma ciclovia com 140 metros de extensão, também usada como pista de cooper. Não é possível alugar bicicletas no local. Tem uma banca de revista e lanchonete com água, refrigerantes, salgados e doces. Não tem bebedouros. Biblioteca empresta livros gratuitamente com devolução de até 15 dias. Para fazer a carteirinha é necessário comprovante de residência, RG ou CPF.

Outros telefones:

» Associação Nipo-Brasileira de Curitiba: (41) 3264-5474

» Gerência de Feiras Orgânicas: (41) 3350-3838 e (41) 3350-3871

» Associação Cultural e Beneficente Nipo-Brasileira de Curitiba: http://www.nikkeicuritiba.com.br

» Prefeitura de Curitiba: parquesepracas@smma.curitiba.pr.gov.br

» Associação Nipo-Brasileira de Curitiba: bunenkyo@onda.com.br

» Secretaria de Abastecimento, responsável pela Feira Orgânica: smab@smab.curitiba.pr.gov.br

fonte: gazetadopovo

Projeto 343, Luz , SP

° Projeto Cultural °

A partir de 2013 devem ser três anos de construção e, assim, em meados de 2016, os amantes da música e dança terão à disposição uma espécie de parque tropical habitável, na região central da capital paulista.

O projeto foi desenvolvido pelos suíços acques Herzog e Pierre de Meuron. Esse complexo cultural engloba escola e um centro onde serão realizados diversos tipos de espetáculos.

A estrutura do edifício será de concreto composto por lajes superpostas e deslocadas em malha ortogonal, totalizando 200 metros de comprimento por 90 metros de largura.

Profissionais de todo o mundo estão envolvidos nesse projeto, desde a sua criação até a ultima etapa de sua execução, como por exemplo, a parte do teatro será desenvolvida por uma empresa inglesa (TPC); já a acústica por alemães (BBM); projeto por suíços, etc.

O projeto compreende uma área construída de 70 mil metros quadrados, onde serão implantados três teatros – o de dança, o experimental e o de recital, respectivamente com capacidade para 1.750, 400 e 500 espectadores -, as instalações das sedes da Escola de Música Tom Jobim e da São Paulo Companhia de Dança, além de áreas sociais, administrativas, técnicas e estacionamento para 850 veículos.

O projeto foi desenvolvido sob uma visão modernista, sem muitos ornamentos ou detalhes que saltem à vista. Optou-se por esse estilo porque, com isso o edifício se integra ao meio, tornando-se então, natural.

O conjunto não compreende um teatro ou uma escola isoladamente, mas sim um complexo cultural e paisagístico que se ‘conversam’ entre si.

a arquitetura fluida resulta da ausência de fachadas e dos vazios criados pelos balanços e afastamentos entre lajes, tanto nas bordas quanto no interior da edificação.

No edifício há  espaços vazados e uma malha intrincada de pés-direitos – dos quais variam de quase três a 15 metros – que tira partido o projeto paisagístico de Isabel Duprat, com o qual se pretende enquadrar com jardins cada janela das salas de aulas.

Cerca de duas centenas de árvores e forrações com texturas inspiradas na mata tropical estão sendo consideradas para o projeto, além de espelhos d’água que, no térreo, pretendem refletir a luz natural que atravessa as aberturas das lajes de cobertura.

O paisagismo está estruturado em faixas nas bordas do edifício que se destinam tanto à integração da arquitetura com o eixo verde da Luz quanto à transição dos domínios públicos para os semipúblicos.

Já nos interiores, um jardim transversal, com dez metros de largura, vai demarcar a rampa suspensa e central que terá a função de ordenar os fluxos.

Uma das imagens impactantes do complexo é justamente a da lâmina contínua e transversal com que a rampa se projeta no ambiente externo. Suas dimensões, traçado e conexão com os foyers dos teatros e áreas de ensaio de dança e música indicam que a rampa, além de elemento distribuidor de fluxos, deverá funcionar como importante ambiente interno de estar, suspenso, a partir do qual se pode visualizar toda a complexidade de organização do programa.

Há múltiplas visuais inter- -relacionadas, pois os recuos entre lajes geram vazios que explicitam a totalidade do programa no domínio interno, de modo que a simples aparência conceitual tenha em contrapartida uma intrincada rede de articulações que desafiam a engenharia e a arquitetura.

Original de : PROJETODESIGN /    fonte:arcoweb

Grand Canal Theatre, Irlanda.

°Grand Canal Theatre se localiza em Dublin capital da Irlanda°

Elaborado por Daniel Libeskind, o teatro foi inaugurado em 2010. A fachada é inteira de vidro, inclinados do chão ao teto, totalizam quatro painéis imensos que lembram uma cortina de pano.

O teatro foi uma aposta do governo para melhorar sua economia que estava

quebrada desde 2008, sendo assim, abriu um concurso para que fosse elaborado um teatro para que o mesmo fosse construído na zona portuária da capital e o Grand Canal Theatre foi o vencedor.

A proposta que Libeskind queria alcançar era um volume dinâmico e que lembrasse uma escultura. O intuito era fazer com que o edifício ‘dialogasse’ com o ambiente em que seria inserido e que o local passasse então a ser considerado um centro cultural da Irlanda. O edifício tem 13 mil metros quadrados com sete pavimentos e seu custo foi de US$ 100 milhões.

O conceito principal foi a ideia dos palcos, há vários deles distribuídos pelo edifício. Há o palco principal, que é o do teatro, o palco da praça, os da entrada e isso faz com que a monotonia que há no entorno seja quebrada. Esse teatro traz um visual diferente tanto para quem o observa da praça Grand Canal Square, quanto para quem passa de barco pelo canal que cruza a cidade.

A fachada do teatro tem inspiração cênica, ela tem dobras iguais à de um tecido, esse resultado só é possível pois os vidros que foram utilizados tem alto desempenho permeados por colunas pré-fabricadas de aço revestidas de pó de poliéster. Toda o exterior é é revestido com painéis de aço inoxidável e vidros de alta performance.

A estrutura é de concreto armado, o que pode-se identificar na parte onde se localiza a platéia, que é dividida em duas áreas, sendo elas inferior e superior e que comporta até 2,1 mil pessoas.

Tanto o desenho quanto o acabamento do teatro foi elaborado para descrever o passado de Dublin, onde o forte era a construção de navios, sendo assim, existem estruturas fixas que escondem guindastes e outros equipamentos de apoio – como iluminação, cenário e acústica – e dão a idéia de velas suspensas de um barco. Os reforços laterais, lembram a madeira do casco de um navio.

Esse teatro faz parte de um complexo ainda maior, onde comporta mais dois edifícios de escritórios.

Com 45,5 mil metros quadrados, eles tem fachadas gêmeas, átrios envidraçados, telhados verdes e serão revestidos com pele dupla de vidro e aço leve,

além de placas cerâmica com padrões geométricos. Seu acesso será feito tanto pela Grand Canal Square quanto por avenidas do entorno.

Croqui

Maquete

Extras:

Interior do teatro (Hall)

Memorial com os principais nomes do teatro Irlandês.

A fachada do edifício assemelha-se à cortina de um palco teatral.

Fonte : arcoweb

As mais belas Estações de Metrô

As estações de metrô são uma característica das grandes cidades. O metrô é um meio de transporte viável e que garante acesso de uma ponta à outra da maioria das metrópoles.

Aqui vão algumas das estações consideradas mais deslumbrantes e interessantes do mundo:

Estocolmo, Suécia

Nessa estação é visível as pedras que separam o solo do subterrâneo. Para dar mais destaque a essa arquitetura brutalista, foi trabalhado um jogo de luzes no ambiente.


Os materiais usados nessas estações são todos de ponta para ter um resultado final fantástico.

Moscou, Rússia

É a segunda estação mais movimentada do mundo, com 7 milhões de passageiros por dia.

O estilo dominante nas estações é o clássico. Na época em que as estações foram construídas, o sistema político tinha a intenção de passar uma boa impressão dos serviços coletivos, como os de transporte. Sendo assim, as estações foram minuciosamente trabalhadas e super decoradas com abóbadas e ornamentos do piso ao teto.

Frankfurt, Alemanha

Todos os dias, metade da população de Frankfurt locomove-se exclusivamente de metrô. Com 670 mil habitantes, a cidade conta com 86 estações que atendem a praticamente todos os seus bairros.

Cada parada se propõe a fazer uma espécie de provocação à mesmice do cotidiano, porém, há uma que se destaca: ela tem uma entrada que se assemelha a um vagão de metrô rompendo a superfície da terra.

Kaohsiung, Taiwan

O metrô da cidade taiwanesa é marcado por imensos painéis de vidro e um projeto de lighting design customizado para cada estação que lhes dão um visual ora cinematográfico, ora minimalista.

Obras de arte decoram todas as paradas, sejam telas e mosaicos nas paredes ou até esculturas.

Paris, França

Existe há 112 anos, já foi restaurada para conservar o patrimônio histórico do local. É uma das estações mais conhecidas e considerada uma das mais lindas do mundo.

As mais antigas seguem o estilo de art nouveau. Há também as estações que refletem o modernismo e a art decó.

Almaty, Cazaquistão

Além de ser a mais jovem do planeta – foi inaugurada em 1º de dezembro de 2011, a rede de metrô da maior cidade do Cazaquistão é também uma das mais bonitas.

Foram 23 anos de obras, e poucas estações já estão em funcionamento, mas elas representam diferentes estilos, do clássico ao moderno, sempre com o uso de padrões que transmitem elegância, como o vidro e o metal.

Nova York, EUA

Se as estações de metrô nova-iorquinas não são exatamente um sinônimo de beleza e limpeza, há uma estação – a City Hall Subway Station – que é não apenas bela, mas cheia de história. Ela é a única que preserva o estilo que a rede tinha quando foi inaugurada, na virada do século 19 para o 20. A má notícia é que o local está fechado e inoperante desde 1945 e não é aberto à visitação.

Fonte: Casavogue


Espaço cultural do Choro – Brasília

° Espaço cultural do Choro

– Da História

Das rodas de choro costumavam tomar parte músicos/funcionários públicos que tinham vindo da antiga capital. Foram essas exibições e o bandolim de Jacob que fizeram germinar a semente do clube, que ganharia uma sede em 1977 – Elmo Serejo Faria, então governador do Distrito Federal, cedeu aos chorões um espaço para se instalarem: os vestiários do Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Logo após, o centro foi abandonado, virando então moradia para mendigos. No início da década de 90 o governo quis retomar o espaço mas Reco do Bandolim, nascido na Bahia e musicalmente formado ouvindo rock, assumiu a presidência e a tarefa de revigorar a entidade.

Espaço Cultural do Choro é um projeto de Niemeyer concluído em maio de 2011 na cidade de Brasília. Em janeiro(2011), o Ministério da Cultura assinou convênio com a instituição e iria repassar a ela recursos para a compra de mobiliário, equipamentos audiovisuais e instrumentos musicais para a escola.

 – Da edificação

O conjunto didático-cultural é composto por um auditório (uma espécie de teatro-bar, na definição do presidente do clube) de 400 lugares e o espaço destinado às atividades de ensino, frequentadas atualmente por cerca de 800 alunos – Reco acredita que esse número pode aumentar com a nova sede e também em função de uma parceria acertada com a Universidade de Brasília.

A edificação é formada por um único volume de planta semicircular. Andrade explica que a construção é composta por três setores bem definidos: salas de aulas, sala de concertos/ teatro-bar e pátio de convivência. Salas de aulas, oficina e salas de estudos individuais distribuem-se na ala mais próxima da periferia, enquanto o espaço para apresentações fica mais ao centro, conectado ao pátio.

   – Do arquiteto

Formado engenheiro-arquiteto pela Escola Nacional de Belas Artes, no Rio de Janeiro, em 1934, Oscar Niemeyer continua em atividade, aos 103 anos de idade. Uma de suas obras mais recentes é a Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, em Belo Horizonte.

Fonte: Arcoweb.com.br

Arquitetura pelo mundo

Selecionei algumas arquiteturas ao redor do mundo, lugares que realmente valem a pena ver e apreciar.

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Fonte: http://tripideas.org