Iluminação natural, o que é?

O que seria iluminação natural? Nada menos que um ambiente que, durante o dia, não necessita de iluminação artificial (lâmpadas) pois o mesmo é iluminado pela luz solar! Esse tipo de edificação geralmente é mais aconchegante e confortável, pois interage com a natureza e usa os seus recursos para tornar tudo mais confortável! Confira na imagem alguns tipos de iluminação natural através de rasgos na cobertura da edificação 😉

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Quarto baby

Olá pessoal! Tudo bem? Estou postando aqui um projeto que fiz esse mês de um quarto de bebê 🙂

Foi pensado num quarto onde o bebe e a criança possam interagir no mesmo ambiente, proporcionando união e aconchego aos irmãos. As cores foram aplicadas de forma a trazer paz e tranqüilidade para o ambiente, o que proporciona mais leveza ao dia a dia das crianças, a cor que prevalece é o azul, em variados tons, pois é uma cor serena e que proporciona tranqüilidade para quem a observa. O projeto contém itens que levam a criança a desenvolver sua criatividade, como por exemplo, o rolo de papel, onde eles poderão usar toda a imaginação para produzir seus desenhos e pensamentos. O quarto no estilo provençal proporciona traços finos e leves para o ambiente e faz com que o mesmo se torne aconchegante.

Qual a altura ideal para o pendente?

Muitas dúvidas surgem na hora de decorar uma casa! Hoje vou postar uma dica que pode te ajudar na hora de saber qual altura ideal para seu pendente!

Para mais informações, entra em contato com a gente, só clicar no link abaixo:

Enviar mensagem para Débora Bonetto Arquitetura & Interiores

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Imagem: Pinterest

Essas alturas são indicadas para que haja uma boa iluminação e conforto visual em seu ambiente! 😉

Débora Bonetto.

Pranchas de projeto, como organizar?

Oi pessoal! Sei que muitas pessoas se enroscam na hora de montar uma prancha, então vamos a alguns passos para que você tenha mais facilidade na hora de criar sua prancha! Vou dividir a matéria em alguns módulos, então terá continuação 😉

DIAGRAMAÇÃO DE PRANCHAS.

O que é isso?

A diagramação de uma prancha nada mais é do que a ordem com que você insere as informações na sua prancha de projeto. É simples e ao mesmo tempo difícil. Alguns cuidados devem ser tomados ao se inserir as informações na prancha, quais são eles? Vamos lá:

Conteúdo

Antes de qualquer coisa, selecione o conteúdo que terá cada prancha, por exemplo, se eu quero distribuir as informações em três pranchas, quais serão as informações de cada uma delas? Organize! Por exemplo, uma para planta baixa e seções transversais, outra para ventilação, insolação, fluxos e outra para informações estruturais. Assim seu projeto ficará mais fácil de ser lido, como sabemos, os arquitetos leem desenhos 😉

Dimensão

Gente, façam testes! Os tamanhos das imagens nem sempre irão ficar do jeito que estamos imaginando, então façam testes antes de plotar, eu vou dar uma dica que me é muito útil: plote em formato PDF e quando visualizar o arquivo, coloque 100% e veja o tamanho das imagens, se a imagem não ‘estourou’, essas coisas, se estiver ok, então está pronto para ser impresso!

Relevância

Aqui muitos pecam! Sempre que formos inserir informações nas pranchas, temos que pensar o que é mais importante, quais informações não podem passar desapercebidas. o que for mais importante, a escala será maior e terá mais destaque, o que for menos relevante, pode estar em escala menor e não precisa ocupar espaço privilegiado na prancha. As vezes vemos umas setas de norte maiores que a planta baixa, rs

Padrão

Nunca se esqueça de, antes de começar a inserir as informações na prancha, estabelecer um padrão para elas, para que seu projeto não fique parecendo um Frankstain… rs , então sempre separe as fontes, o tamanho das fontes, como será os títulos? Itálico, negrito? E o corpo do texto? que fonte você irá usar? Organize tudo antes de começar para ficar bem apresentado!

Composição

Este ponto vai depender da sua criatividade. A geometria sempre ajuda nesse momento. Você pode separar sua prancha em seis partes iguais e distribuir as informações em cada parte, ou pode deixar um espaço no centro e dividir o restante em mais quatro quadrantes, aí vai do seu gosto pessoal e de como as informações se encaixam na prancha, como se relacionam entre si.

Lembre-se que você tem que fazer com que o leitor percorra toda sua prancha, então estabeleça um caminho, ele vai começar lendo o título, o sub título, depois irá para o projeto, os cortes, isso é você quem estabelece com padrões, dimensões, cores, destaques!

Essas são algumas dicas valiosas, espero ter ajudado!

Beijo,

Débora Bonetto329a6666b170b1cff508e5835589ad39.jpg

Exemplo de prancha – concurso site hometeka

Sorveteria em tons pasteis.

Fala pessoal, tudo bem? Hoje eu estou trazendo para vocês algumas imagens de um projeto de interiores que fiz de uma sorveteria bem aconchegante com o uso de tons pasteis e uma decoração com combinação de cores claras e tranquilas. Também quer um ambiente planejado conforme suas necessidades? Só entrar em contato:

deborabonetto@live.com

 

Calçadas…qual a sua importância?

Há quem diga que as calçadas são meramente espaços entre a rua e o edifício, espaços que dão acesso às edificações, lugares para circulação de pedestres. Mas, se formos analisar um pouco mais sobre esse elemento urbanístico tão importante ao qual estamos tão familiarizados, podemos tomar mais algumas lições do que é e para que servem as calçadas. Quando eu era criança, brincava todos os dias na rua, ou melhor, na calçada. Lá eu ficava horas conversando com meus amigos, brincando de boneca, esconde-esconde e tantas outras brincadeiras. Era nas calçadas que eu ficava ao lado da minha mãe ou do meu pai esperando eles acabarem de conversar com algum vizinho ou comerciante para então, voltarmos para casa, e era na calçada que minha mãe gritava meu nome para eu voltar para casa pois a janta já estava pronta. Podemos concluir então, que o uso das calçadas excede o simples transitar entre elas ou o acesso a qualquer edificação.

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Uma calçada é um elemento imprescindível para a socialização de um bairro, para a segurança das pessoas e para a vida dinâmica de crianças e adolescentes. As calçadas, quando oferecem espaço para que pessoas as utilizem das mais variadas formas, fazem com que esse mesmo espaço se torne mais seguro e convidativo. Primeiro, porque todos gostam de lugares onde existe a vida acontecendo, onde existe dinâmica e, segundo, porque um lugar que sempre tem pessoas transitando em várias horas do dia se torna um lugar mais seguro, devido ao fato de as próprias pessoas estarem observando o local ativamente. Pensando dessa forma, concluo que as calçadas deveriam ser consideradas como ferramenta importante em um projeto urbanístico, visto que, com elas conseguimos fazer do espaço um lugar agradável e convidativo. Sendo assim, a recomendação, como citada no livro ”Morte e vida de Grandes Cidades” de Jane Jacobs, é de que as calçadas deveriam ser mais avantajadas em sua largura, com árvores em seus eixos para proporcionar sombra e lugares para sentar, para que houvesse um uso maior e melhor delas. Eu concordo com esse ponto de vista, sei que muitos problemas da cidade não podem ser resolvidos simplesmente arrumando uma calçada; isso é fato; mas, procurar melhorar é um caminho convidativo para os Urbanistas. Não existe receita pronta para projetar, há tipos e tipos de comunidades e diferentes estilos de vida, mas devemos sempre lembrar que o ser humano nutre as mesmas necessidades básicas em todos os lugares: comer, estar, trabalho, lazer, socializar e, uma calçada bem projetada pode contribuir muito para que essas necessidades sejam satisfeitas, pelo menos parcialmente.

Débora Bonetto.

 

Os seis pontos do Ecodesign.

Olá pessoal, hoje eu venho com um resumo de uma parte de um curso que estou fazendo sobre Ecidesign para cidades e subúrbios. Ecodesign pode ser especificado como o projeto para uma melhora na infraestrutura urbana combinando qualidade, preservação ao meio ambiente, facilidade e pensamento multidisciplinar. Uma integração do sistema artificial e natural envolvendo todo o contexto do espaço.

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Os seis pontos que guiam a produção desse tipo de pensamento para determinado lugar ou cidade são:

  1. Compreender e gerir a complexidade – As pessoas fazem da cidade um lugar dinâmico. Este sistema dinâmico na cidade nos traz uma larga variação nas formas de expressão humanas. Também temos que entender, ao projetar um espaço, que fora as necessidades básicas de uma pessoa, existem expectativas perceptivas e espirituais que devem ser supridas através do espaço. Os espaços com natureza por exemplo devem trabalhar junto com o design urbano para que o ambiente se torne mais agradável e humano.
  2. Tornar sustentável o crescimento econômico e populacional – Precisamos nos ater a importância de pensar nas futuras gerações nunca descartando a importância dos sistemas naturais. Como exemplo podemos citar espaços abandonados, uma boa opção é reusá-los e não pensar em primeira estância em destruí-los, visto que já existe toda uma estrutura que pode ser reaproveitada.
  3. Tornar todo o processo projetual interdisciplinar – Aqui novamente percebemos o conceito de Ecodesign, todas as disciplinas trabalhando juntas para obter um só resultado.
  4. Sempre requerer envolvimento público – Sempre que diversas opiniões são obtidas para um mesmo espaço, é possível extrair os melhores pontos de cada uma e se chegar a um resultado mais satisfatório. Como já ouvimos diversas vezes: Duas mentes pensam melhor que uma.
  5. Respeitar o contexto – Antes de alterar um espaço precisamos levar em consideração que há um valor emocional para quem habita o local, contanto, a primeira hipótese a ser levada em consideração deve ser : conservar, renovar, reciclar. Se não for possível essas opções, então devemos pensar em intervenções que use menos energia e poucos recursos para obtermos viabilidade de projeto.
  6. Projetar com uma tabela variada de produtos e materiais – Os projetistas devem se sentir livres para explorar e usar todos os materiais disponíveis no mercado, combinar diversos materiais para se obter melhor desempenho e qualidade.

Esses são os pontos principais do Ecodesign para cidades! Se você gostou, curte, compartilhe e nos acompanhe pelo blog ou facebook! Um abraço!

Da série: faça você mesmo

Fala pessoal, tudo bem?
Hoje eu trago para vocês uma ideia bem bacana de uma caixa de madeira que foi tratada e colocado rodízio para virar um lindo revisteiro. Achei a ideia muito interessante e é super simples de fazer. Dá pra usar na sala, quarto, banheiro, estar. Olhem o resultado que legal 🙂
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imagem: tudoartemilideias.blogspot.com.br

 

Lavanderia, como decorar?

Olá pessoal!

Sempre achamos que a lavanderia é aquele cômodo sem graça, branco, sem nada demais não é mesmo? Mas estamos enganados! Podemos deixar nossa lavanderia super diferente e linda, inovadora!

Uma ideia que trago hoje no blog é super simples! Você vai pegar uma parede da sua lavanderia (uma só) e vai destacar ela de alguma forma, seja com uma cor vibrante, um papel de parede ou melhor ainda, com ladrilho hidráulico! Fica sensacional o resultado e você não irá investir muito dinheiro nisso e obterá um resultado super bacana! O ladrilho hidráulico custa em média de R$ 15,00 a plaquinha de 20×20 cm, é linda, cai super bem num ambiente e faz toda diferença! Você pode comprar o material online se quiser! E aí, bora mudar sua lavanderia?

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Fonte imagem: Revistaquem

Cozinha colorida

A cozinha é um lugar essencial na casa, sabemos que muito dos eventos sociais que ocorrem em nossas casas são na cozinha, onde todos se reúnem, conversam e comem. Comer e conversar com amigos não tem preço que pague. Pensando nisso foi que desenvolvi um projeto com clima de alegria numa cozinha aconchegante num AP no  interior de São Paulo.

Confira as imagens do resultado, espero que goste:

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Solicite um orçamento para seu projeto:

deborabonetto@live.com

 

 

Grande hotel – Pelotas

Grande Hotel – Pelotas

Grande Hotel - Pelotas
Grande hotel – Pelotas (foto autoral)

Segundo o livro Aprendendo com Las Vegas, o edifício se enquadra mais no estilo Pato, pelo fato da construção encerrar em si sua própria referência. Contanto, traz em si resquícios da era nomeada por Venturi como ‘’galpão decorado’’, pois ainda não está de todo imersa no movimento moderno, podendo-se observar traços decorativos ignorados pelos modernistas e conceitos diferenciados, encerrando-se no estilo mais adequado ao seu perfil : o eclético.

Projetado pelo Engenheiro Theóphilo Borges de Barros, o edifício foi construído entre 1924 a 1928. Abrigou muitos ilustres e representava o status da época. Hoje é um bem tombado e foi adquirido pela Universidade de Pelotas para que o edifício sirva de sede para o curso de Hotelaria e Turismo.

Foi o edifício que mais me chamou a atenção quando visitei a cidade de Pelotas. Acredito que um dos fatores que devem ser levados em conta é o interesse que certa edificação causa no espectador. A vontade de utilizá-lo de alguma forma. Acredito que os estilos em sua totalidade não devem ser seguidos individualmente, mas é interessante que os arquitetos tenham um senso crítico apurado e pensamento aberto para utilizar-se do melhor de cada descoberta para criar o que é necessário para a sociedade moderna atual. Se houver essa interação e troca de valores e referências entre os estilos, é possível chegar em soluções para os atuais problemas que enfrentamos na nossa sociedade no aspecto urbano – arquitetônico. Descartar o que não funciona e selecionar métodos eficientes. Acredito que não há a necessidade de se desapegar totalmente de um estilo antigo e recriar os conceitos adotados na arquitetura até então. Também não há necessidade de atacar certo movimento tendo-o como completamente errado e ineficiente pois, todas as descobertas somam para um amadurecimento no pensar e é essa dinâmica que nos permite progredir como sociedade. Não defendo a bagunça e a confusão, não. Mas, se o indivíduo arquiteto sabe raciocinar claramente sobre os estilos, o que gerou na sociedade, suas eficácias e ineficiências e, com isso montar um plano positivo para qualquer segmento da sociedade, sou totalmente a favor de que o mesmo o utilize de forma a agregar valor à sociedade possibilitando futuras descobertas em diversos setores, pois ao contrário do que muitos pensam, o mundo continua dinâmico e há muitas coisas a serem descobertas ainda. A estagnação não pode fazer parte da rotina de pensamentos de um arquiteto, ele deve estar sempre aberto ao novo. O edifício do Grande Hotel de Pelotas, em seu estilo eclético mostra que, mesmo não sendo fiel a um único modo de pensar, é possível obter-se excelentes resultados que permeiam o tempo e a sociedade.

Débora Bonetto.

 

Decoração estilo industrial, o que é?

Oi gente! Tudo bem? Bom… o que é estilo industrial?

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Esse estilo foi criado nos anos 70 mais ou menos, foi onde tudo começou. As pessoas começaram a comprar galpões e transformá-los em residências! Como galpões tem o encanamento aparente, o concreto aparente, nada muito ”arrumadinho ou fofinho”, tudo bem básico, sem muito ‘frufru’, rs, foram aproveitados esses detalhes na decoração dos ambientes, as pessoas resolveram deixar essas características e trabalhar com elas ao invés de reformar por completo os galpões! Massa né? 😀

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Styling Anna Mård; Ulkner

Esse estilo geralmente segue um método minimalista, os móveis são básicos, a estrutura é toda aparente, ligações elétricas e hidráulicas, etc. Esse estilo super legal surgiu em Nova Iorque e se espalhou por boa parte do mundo.

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Aqui no Brasil temos vários exemplos dessa decoração. O pessoal gostou tanto, que hoje em dia os ambientes com essa decoração não necessariamente eram galpões anteriormente! Muito desses espaços são projetados para serem assim desde o inicio! E vou te contar uma coisa, muitos adeptos dessa ‘moda’ são os homens, que quando falamos de decoração gostam de uma linha mais racional e simples.

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Como apresentar meu projeto?

Oi pessoal! Andei analisando na faculdade e percebi que muitas pessoas tem dificuldade de montar uma prancha (folha em que vão as informações do projeto e o projeto em questão) acabam se perdendo no caminho e o resultado é uma prancha poluída, ou seja, confusa, o conteúdo não é claro e fácil de entender. Ok, mas o que fazer então? Como me organizar para apresentar um projeto de fácil leitura e interpretação? Vamos lá:

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1º Organize o conteúdo.

Isso mesmo gente. Organização é tudo! Liste tudo o que você tem a colocar na prancha e enumere os itens, do mais relevante ao menos importante. Disponha as informações na prancha de modo a valorizar o que é mas importante.

2º Divida a prancha.

Quando você for colocar a infomações na prancha, precise saber como dispor na prancha pra que fique harmônico. Separe a prancha por colunas horizontais ou verticais, retângulos, circulos, o que você julgar melhor e depois começe a colocar os conteúdos (de forma organizada) nesses espaços, preenchendo-os. Não esqueça que o vazio também é importante, então trabalhe bem os cheios e vazios fazendo com que o leitor não sinta cansaço ao percorrer os olhos pelo seu projeto.

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3º Cores.

Cuidado com essa parte! Já aviso de antemão, rs . As vezes a gente quer inovar e acaba fazendo as coisas de uma forma errada. Ao usar as cores seja comedido. Se você pesar muito as cores no seu projeto, pode acontecer de as cores chamarem mais atenção que o próprio projeto e aí você não alcançará o resultado esperado.

4º Fontes, tamanhos, textos.

Pessoal, não sejam muito longos nos textos, além de ficarem cansativos, não é o ideal de um projeto arquitetônico. No projeto o texto vem para complementar o que o desenho não pode expor. Cuidado com as fontes e tamanho da escrita. Se ficar muito pequeno, não dá pra ler e muito grande fica feio demais! Também não se esqueçaam de justificar os textos e alinhar imagens, textos, tabelas, tudo  o que tiver na prancha para ficar apresentável.

5º Padronize.

Para você ter um resultado legal no visual das suas pranchas, procure padronizá-las. A cor e o tamanho da letra do título segue para as demais pranchas, a fonte dos textos iguais em todas, as cores utilizadas também. Além de ficar muito mais bonito passa a impressão de organização.

Bom, é isso aí! Espero tê-los ajudado !! Agora vamos por a mão na massa e projetar! Beijos. 🙂

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Texto: Débora Bonetto

Imagens: IAB, Archdaily

Tecendo arquitetura

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Quero um wover na minha cidade!!

Essa é uma super ideia! Um espaço projetado para reunir diversão e relaxamento ao mesmo tempo. Isso foi possível graças a junção da arquitetura e produção textil, resultando num espaço inovador!

Essa instalação é feita de tábuas de madeira ( que são a própria sustentação) e tercidos texteis, é um elemento todo vazado, podendo ser alocado em baixo de árvores em praças e parques.

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O mais legal é que promove o encontro, dá pra descansar ou ler um livro, tem muitas utilidades e é super aconchegante! 🙂

Eu quero um desses na minha cidade 😀

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Iluminação natural

Oi gente! Já ouviram falar em iluminação natural? Ela é mil vezes melhor do que a artificial, te faz economizar e ajudar a preservar o meio ambiente com uso de menos energia!

Eu acho bem mais aconchegante ambientes iluminados pela luz do sol do que por lâmpadas! Vocês concordam? Ainda mais que fica bem mais bonito o ambiente! Quer conferir uns ambientes que  separei para vocês verem como é lindo quando usada a iluminação natural? Olha que legal:

Agora uma dica, quando contratar um arquiteto, peça a ele que use o máximo que conseguir do recurso de iluminação natural nos ambientes, te garanto que você não irá se arrepender!

Beijos,

 

Débora Bonetto.