Palácio Rio Negro

Cidade: Petrópolis

Estado: Rio de Janeirorn2

 

Em 1889 Manoel Gomes de Carvalho comprou o terreno onde seria erguido seu palácio de verão. Em 1896 a residência foi vendida para ser a moradia oficial do governante. Em 1903 a residência passou a ser a moradia oficial de verão dos presidentes da república onde passaram Rodrigues Alves até Costa e Silva.

No governo de Hermes da Fonseca a residência passou por um dos seus momentos mais brilhantes que foi a realização do casamento do Marechal Hermes com Nair de Teffé.

O seu mais assíduo freqüentador foi o Presidente Getúlio Vargas,  que nos 18 anos que esteve à frente do País, não deixou de passar um só verão em Petrópolis.

O palácio foi usado mais freqüentemente quando a cidade do Rio de Janeiro era a capital do Brasil. Desde a transferência da sede do governo para a recém-fundada cidade capital de Brasília, em 1960, o uso do Palácio Rio Negro diminuiu drasticamente. O palácio não foi usado, nas décadas de 1970 e 1980, o presidente Fernando Henrique Cardoso retomou o uso do palácio para férias breves na década de 1990. Hoje, Palácio Rio Negro é raramente usado.

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O mais recente hóspede foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A cidade de Pedro.

Petrópolis

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Olá pessoal! esse mês que vai entrar de fevereiro vou falar sobre uma cidade que muito me agrada: Petrópolis! Trarei a vocês os pontos principais da cidade, dentre eles, a residência de verão de Dom Pedro II.

Vamos lá então!

Cidade: Petrópolis

Estado: Rio de Janeiro/ Brasil

Área: 795.798 km²

 Petrópolis, também conhecida como cidade imperial, é muito convidativa e com várias construções que remetem ao passado do Brasil. Histórias importantes como de Dom Pedro II se passaram nessa cidade. Todos os verões Dom Pedro passava na cidade em seu palácio destinado a essa época do ano. Gostava do clima ameno da cidade e da vegetação, que até os dias atuais são pontos que chamam atenção na cidade.

É  a segunda  cidade projetada do Brasil. O palácio era rodeado pelos quarteirões imperiais onde vieram a morar as famílias de agricultores, principalmente de alemães, que hoje compõem bairros do primeiro distrito. Durante o verão a cidade tornava-se a capital do Império do Brasil, com a mudança de toda a corte. Independentemente da época do ano, era em Petrópolis que moravam os representantes diplomáticos estrangeiros.

Atualmente a cidade passou a ter uma vocação acadêmica, sediando algumas faculdades como a Universidade Católica de Petrópolis e Faculdade de Medicina de Petrópolis e a FASE, além do Instituto do Milênio para pesquisa de células tronco.

Apartamento Integrado.

Olá a todos!

Hoje vou falar sobre os apartamentos integrados! Isso mesmo. São estilo LOFT mas em sua maioria não são piso duplo. Esses apartamentos geralmente tem uma área aproximada de 50m² incluindo sala, cozinha, dormitório e banheiro. Sendo todos integrados um ao outro, exceto o banheiro.

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É uma ótima opção pra quem quer morar sozinho e ter a praticidade de morar em grandes centros urbanos, como São Paulo.

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A sala e a cozinha são integradas e o quarto também se integra a sala, mas geralmente tem uma meia divisória para poder delimitar o espaço, ou a separação é feita com os próprios móveis.

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A maior parte desse tipo de apartamento já é vendido mobiliado. O design é pensado de forma a aproveitar cada centímetro do apartamento. Muito interessante!

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Casas Sustentáveis

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Quais as vantagens?

A casa sustentável, além de agredir em menor escala o meio ambiente e gerar menos poluição, é uma forma saudável de se viver, as residências contam com iluminação natural, são termicamente confortáveis, gasta menos água e energia e essas fontes são renováveis.

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Os principais benefícios são:

  • redução dos custos de investimento e de operação;
  • imagem, diferenciação e valorização do produto;
  • redução dos riscos;
  • mais produtividade e saúde do usuário;
  • novas oportunidades de negócios;
  • satisfação de fazer a coisa certa.

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Construção sustentável custa mais caro?

A adoção de soluções ambientalmente sustentáveis na construção não acarreta em um aumento de preço, principalmente quando adotadas durante as fases de concepção do projeto. Em alguns casos, podem atéreduzir custos. Ainda que o preço de implementação de alguns sistemas ambientalmente sustentáveis em um edifício verde gere um custo cerca de 5% maior do que um edifício convencional, sua utilização pode representar uma economia de 30% de recursos, durante o uso e ocupação do imóvel.

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Um sistema de aquecimento solar, por exemplo, se instalado em boas condições de orientação das placas, pode ser pago, pela economia que gera, em apenas um ano de uso. Edifícios que empregam sistema de reuso de água (a água dos chuveiros e lavatórios, após tratamento, volta para abastecer os sanitários e as torneiras das áreas comuns) podem ter uma economia de água da ordem de 35%. Por princípio, a viabilidade econômica é uma das três condições para a sustentabilidade.

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O estudo inglês Costing sustainability, “How much does it cost to achieve BREEAM and EcoHomes ratings (2004)”, concluiu que em alguns casos a adoção de estratégias avançadas de sustentabilidade podem inclusive reduzir custos.

“A construção sustentável não custa mais caro, desde que integrada na etapa de concepção do edifício, ou seja, desde a fase de projeto.”
Antônio Setin (presidente da construtora Setin)

“Além de gerar economia, a construção sustentável vai se valorizar. Ou seja, os imóveis sustentáveis terão maior valor de venda e revenda, em poucos anos”
Alexandre Melão (Esfera).

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Fonte: criararquiteturasustentavel

Museu Guggenheim

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Ficha Técnica

Localização: 5th avenue, New York, EUA ( em frente ao Central Park)

Ano: 1943 a 1959

Arquiteto responsável: Frank Lloyd Wright

Materiais: Concreto Armado

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História

O Guggenheim Musueum foi encomendado a Wright em 1943 pela baronesa Hilla Von Rebay para o colecionador de arte Solomon R. Guggenheim. O museu era destinado a abrigar obras contemporâneas importantes, e Guggenheim desejava um ambiente arquitetônico que seriam revolucionários como as obras de sua coleção.

Durante sua construção, o museu foi alvo de muita crítica, pois vários artistas diziam que a disposição interna que o arquiteto propôs não era adequada. Foram 16 anos entre projeto e construção, e tanto Wright como Guggenheim não vivem para ver o museu finalizado.

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Projeto/ forma

Lloyd define a forma espiral e rampas como conceitos do projeto. Internamente há um grande vazio no centro do edifício cercado por rampas, onde o percurso em descida da rampa é o local de exposição das obras, e não em salas sucessivas como na maioria dos museus até então. Há uma circulação vertical na extremidade esquerda, que leva até o topo da rampa para começar o percurso da exposição. Externamente o museu tem forma cilíndrica diagonal, sem muitos recortes e aberturas. A iluminação zenital faz com que todos os níveis do percurso tenham iluminação natural, sem que seja direta. Para Wright, um museu deveria ser uma extensão da sala de estar, as vistas não deveriam ter alterações bruscas de mudança de ambientes.

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Relação com a cidade

Wright tinha uma relação conflituosa com as grandes cidades. O arquiteto detestava o caos urbano, considerava a cidade congestionada e inóspita. Preferia a descentralização e acreditava na mobilidade do automóvel para vencer grandes distâncias. É por esse motivo que seus projetos residenciais são quase sempre em subúrbios, rodeados de natureza e que exercem uma relação interior/ exterior muito profunda.

O museu reflete o conceito de Wright sobre o edifício urbano, que se volta para dentro, com espaço interior que é caracterizado pelo atrium central, iluminação zenital, e que relativamente não dialoga com a rua e o entorno.

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Por Olívia Silva (USF)

Design Weekend!

dw_210Ae galera, estou trazendo um pouco do que se passa em Sampa por esses tempos! O DW está de volta, vale a pena conferir!

Museu da Casa Brasileira participa do 2º Design Weekend em São Paulo com entrada gratuita
O Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, participa da segunda edição do Design Weekend (DW) em São Paulo, com atrações especiais que enfatizam a sua vocação para a arquitetura e o design, entre os dias 15 e 18 de agosto, de quinta-feira a domingo. Com acesso gratuito a toda a sua programação durante os quatro dias de evento, o MCB visa ampliar o acesso ao diálogo proposto pelo DW sobre a transversalidade e as conexões do design tanto no território da arte e da arquitetura quanto em áreas distintas como economia criativa e sustentabilidade.
Durante quatro dias, os eventos ocuparão as cinco salas expositivas, o terraço e os jardins da instituição com uma série de lançamentos de publicações e quatro mostras, além de uma conversa com o designer britânico Tom Price, que no dia 17 de agosto inaugura a instalação Balanços Meltdown em parceria com o BOOMSPDESIGN, e recebe o público para um debate às 10h do domingo, dia 18 de agosto.
Entre as exposições em cartaz, os visitantes poderão conhecer Casas do Brasil 2013 – Habitação ribeirinha na Amazônia, que revela soluções técnicas de moradias como a palafita e a casa flutuante que se adaptam às cheias e às vazantes da região, definindo o ritmo de vida ribeirinha. Duas maquetes simulam a interação entre as casas e o movimento das águas. A mostra, quinta edição do projeto Casas do Brasil, que propõe a formação de um inventário sobre a rica diversidade do morar pelo país, estende-se a um anexo que resgata um recorte da exposição “A Casa Xinguana”, de 2008. Já a mostra Tavoletta aborda aspectos da fotografia como a temporalidade e o espaço. A grande atração fica por conta de uma grande câmera escura montada no jardim do museu, instalação interativa e divertida para todas as idades que explica os princípios da fotografia analógica.
Na programação do sábado, das 11h às 16h, o terraço do MCB receberá uma série de lançamentos sobre arquitetura e design com a presença dos autores. Entre as publicações estão Mobiliário no Brasil: origens da produção e da industrialização (Editora Senac São Paulo), de Maria Angélica Santi, e o catálogo da mostra Casas do Brasil 2013, além de um pré-lançamento do Anuário do Design Brasileiro de 2014, da Arc Design.
Durante o Design Weekend, o público poderá ainda conferir as mostras de longa duração em cartaz: Coleção MCB, com móveis e utensílios da casa brasileira dos séculos 17 ao 21, e A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado, que retrata um importante capítulo do desenvolvimento paulistano entre o final do século 19 e meados do século 20 a partir do cotidiano e da trajetória dos moradores originais da casa que hoje abriga o MCB: o casal Fábio Prado e Renata Crespi.
Realizado pela segunda vez em São Paulo, o Design Weekend visa mobilizar os paulistanos em torno da discussão sobre design, abordando economia criativa, arte, arquitetura, decoração, moda, negócios e sustentabilidade. Entre 15 e 18 de agosto, o evento será a “Virada Cultural do Design”, nos moldes do que já acontece em capitais europeias como Londres – no London Design Festival -, e Milão – no Fuori Salone.

Programação do MCB no Design Weekend (DW)
De 15 a 18 de agosto de 2013 – Entrada gratuita
EXPOSIÇÕES
Balanços Meltdown, de Tom Price
Visitação: de 17 de agosto a 22 de setembro

A exposição, idealizada pelo Museu da Casa Brasileira em parceria com o BOOMSPDESIGN, apresenta a instalação de balanços brancos da série Meltdown. As peças, produzidas com técnicas de aquecimento e prensagem de moldes sobre materiais diversos, estarão montadas no jardim do MCB. O designer britânico recebe o público para um debate no domingo, 18 de agosto, às 15h.

Realização: BOOMSPDESIGN e MCB
Apoio: +Coletivo Amor de Madre
Patrocínio: Etna e Roca
Casas do Brasil 2013 – Habitação ribeirinha na Amazônia
Visitação: de 2 de julho a 8 de setembro

A mostra, quinta edição do projeto Casas do Brasil, que propõe a formação de um inventário sobre a rica diversidade do morar pelo país, revela aspectos da arquitetura das habitações ribeirinhas na região de Nhamundá, município localizado a 570 quilômetros de Manaus. Por meio de registros do fotógrafo Eduardo Girão, com curadoria da geógrafa Sandra Lencioni e da socióloga Maria Ruth Amaral de Sampaio, são apresentadas palafitas e casas flutuantes adotadas na região, que representam soluções do morar em harmonia com o meio ambiente. Em paralelo a esta quinta edição, o MCB faz um resgate da mostra “A Casa Xinguana”, com um pequeno recorte da exposição original de 2008 sobre a habitação indígena tradicional dos povos do Parque Nacional do Xingu, mais especificamente das aldeias Kamayurá e Kuikuro. Durante as férias de julho, com o apoio do núcleo educativo, o MCB disponibilizará em seu espaço expositivo, de forma interativa, as publicações de Casas do Brasil e materiais que dialogam com as edições anteriores do projeto.

Realização: MCB
Apoio: Roca
Tavoletta
Visitação: de 10 de agosto a 22 de setembro

Dos estudos sobre perspectiva do arquiteto renascentista Filippo Brunelleschi às possibilidades atuais criadas pela tecnologia digital, a mostra Tavoletta discute de forma lúdica e interativa a fotografia, por meio de registros, em diferentes formatos, do fotógrafo Arnaldo Pappalardo, incluindo vídeos e a instalação de uma câmera escura no jardim do museu.

Apoio: Fundação Stickel
A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado
Exposição de longa duração

A mostra da coleção Crespi-Prado relembra o uso residencial do imóvel que abriga o MCB desde 1972 por meio da trajetória e do cotidiano de seus moradores originais: Fábio Prado e Renata Crespi. O protagonismo do casal na São Paulo do início do século 20 é destacado em textos de especialistas, depoimentos em vídeo e ampla contextualização iconográfica.
LANÇAMENTOS
Sábado, 17 de agosto, das 11h às 16h
Mobiliário no Brasil: origens da produção e da industrialização, de Maria Angélica Santi
(Editora Senac)
História da produção e da industrialização moveleira no país reconstruída com base em entrevistas, análises de documentos, catálogos, fotografias e, principalmente, em inúmeras peças de mobiliário. M. Angélica Santi conduz o leitor pelos caminhos da técnica da marcenaria, do fazer artesanal aos primórdios da produção mecanizada. Partindo da apreciação técnica detalhada de peças individuais, a autora explora as conexões entre o cenário atual industrial e nosso passado colonial e artesanal.
Catálogo Casas do Brasil 2013 – Habitação ribeirinha na Amazônia, MCB
Catálogo da quinta edição do projeto Casas do Brasil, que propõe a formação de um inventário sobre a rica diversidade do morar pelo país, revela aspectos da arquitetura das habitações ribeirinhas na região de Nhamundá, município localizado a 570 quilômetros de Manaus, traz registros do fotógrafo Eduardo Girão e textos da geógrafa Sandra Lencioni e da socióloga Maria Ruth Amaral de Sampaio.
Pré-lançamento do Anuário do Design Brasileiro 2014 – Arc Design
Uma das principais revistas nacionais especializadas em design, a Arc Design dedica-se especialmente à divulgação e crítica do design nacional e internacional em seus mais diversos segmentos. Na tarde de sábado, realizará no Museu da Casa Brasileira o pré-lançamento do Anuário de 2014 e distribuirá publicações anteriores ao público presente.
EVENTO
Conversa com Tom Price
Domingo, 18 de agosto, às 10h

O artista britânico Tom Price falará aos visitantes sobre o seu trabalho, resultado de uma combinação de materiais, técnicas e processos de transformação utilizados para conceber peças únicas.

Realização: BOOMSPDESIGN e MCB
Apoio: +Coletivo Amor de Madre
Patrocínio: Etna e Roca
MÚSICA NO MCB
Domingo, 18 de agosto, às 11h

Quinteto Café Tango, formado por Edu Guimarães (sanfona), Alfredo Rezende (violino), Diego Beirão (guitarra), Pedro Assad (piano) e Gustavo Mazon (contrabaixo), apresenta no repertório obras do compositor argentino Astor Piazzolla. Traz também composições próprias, na linguagem do tango moderno, feitas para a trilha do curta-metragem “O Argentino”.

Museu da Casa Brasileira no Design Weekend
De 15 a 18 de agosto, quinta-feira a domingo, das 10h às 18h – Entrada gratuita

Local: Museu da Casa Brasileira
Horário: de terça a domingo das 10h às 18h
Endereço: Av. Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Jardim Paulistano
Tel. 3032-3727

Ingresso: R$ 4,00 – Estudantes R$ 2,00
Domingos e feriados – gratuito
Acesso a pessoas com deficiência/Bicicletário com 20 vagas

Visitas orientadas: 3032-2564 – agendamento@mcb.org.br
Site: http://www.mcb.org.br

Estacionamento: de terça a sábado até 30 minutos, grátis; até 2 horas, R$ 12,00, demais horas, R$ 2,00. Domingo e feriados, preço único de R$ 15,00.
Bicicletário com 20 vagas

Fonte: Assessoria de imprensa do Museu da Casa Brasileira
Data: 15/08/2013

 

Fonte:http://www.cultura.sp.gov.br

Boullée

Sabe aquele cara que não se conforma com o ”normal” , com o simples ou de costume? Aquele que não gosta de viver na média? Esse arquiteto era Boullée.

Étienne Luis foi um importante arquiteto francês adepto do Neoclassicismo. Na época em que aprendia a cultura e as regras do estilo Clássico, começou a desenvolver uma linha de pensamento própria. Trouxe vários conhecimentos importantes que contribuíram para o estabelecimento do Estilo Neoclássico. Era visionário, desenhava grandes edifícios e neles aplicava sua técnica de iluminação, ventilação, circulação, todas estudadas por ele com muito cuidado. Boullée desenhou um Cenotáfio em grande escala em homenagem a Isaac Newton, mesmo não tendo sido construído, foi de grande valia, pois no projeto constava todas as ideias inovadoras do arquiteto.

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Esse e outros projetos foram desenvolvidos por Boullée, que se destaca por seu elevado conhecimento na área da arquitetura.

A função da ARTE

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Arte significa Agir. Arte por sua vez é ação. Uma das funções das arte é documentar ações, fatos, realizações.

É através da arte que sabemos o desenvolvimento intelectual das pessoas ao decorrer dos tempos.

A arte foi um dos meios usados na antiguidade para se estudar o fator determinado como ‘belo’. Junto com a filosofia eram ditados padrões que estipulavam o que seria a beleza em si. Um exemplo é o ideal de beleza determinado pelos Gregos : simetria.

Contanto, a arte expressada pelos gregos devia ser simétrica se o desejo fosse alcançar um resultado de algo belo.

A mudança do conceito ‘belo’ varia conforme os tempos, a sociedade e o interesse predominante por trás de todo um ciclo de pensamento. Podemos enfatizar a questão da magreza das pessoas como algo belo, isso em nosso século , porque se for estudar a fundo perceberemos que há algum tempo atrás era exatamente o contrário. Por que? Simples.  No passado: Você tem dinheiro, tem comida, tem fartura. É belo. Outro fator: pele clara: pode ficar em casa, não se expondo ao sol em que os trabalhadores precisam se expor. Hoje vemos outra realidade: Tem status? É magro e bronzeado. Por que? Pois você se cuida, sabe que obesidade ou gorduras a mais podem lhe causar danos à sua saúde, é bronzeado… tem tempo de ir a praia e se expor ao sol pois a vida que leva lhe permite isso. Pensamentos opostos, que dizem o mesmo em épocas diferentes: status=beleza=status.

O artista é tão excluído pois quebra paradigmas e pensa de forma diferente, isso incomoda o ser humano que tem em si uma natureza conservadora.

A arte nos traz ideias novas e por isso devemos estudá-la se quisermos entender com maior clareza sobre a vida em si. Grandes transformações são realizadas através da arte e por isso devemos valorizá-la.

A arte em si, não só abre a mente para uma nova visão da vida mas também nos permite entender o modo de pensar do ser-humano e nos mostra o quão importante é que não pensemos e ajamos conforme todos pensam e agem, mas que tenhamos um espírito aventureiro para provar novas sensações, ideias e pensamentos!

Bauhaus

Bauhaus foi uma escola de design, artes plásticas e arquitetura de vanguarda que funcionou entre 1919 e 1933 na Alemanha. A Bauhaus foi uma das maiores e mais importantes expressões do que é chamado Modernismo no design e na arquitetura, sendo a primeira escola de design do mundo.

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A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, a partir da reunião da Escola do Grão-Duque para Artes Plásticas . A intenção primária era fazer da Bauhaus uma escola combinada de arquitetura, artesanato, e uma academia de artes, e isso acabou sendo a base de muitos conflitos internos e externos que se passaram ali. A maior parte dos trabalhos feitos pelos alunos nas aulas-oficina foi vendida durante a Segunda Guerra Mundial.

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Curiosidades

Atualmente a Bauhaus de Weimar mantém a sua liderança como uma das melhores universidades na Alemanha, lecionando sobretudo o ramo da arquitetura, mas estando também integrada num núcleo de outros pólos de ensino ligado às artes e de onde se destaca design, media, música, entre outros. O ensino da Bauhaus encontra-se intrínseco na própria forma de lecionar da escola atualmente, baseando-se muito na experimentação prática de ideias e na realização de seminários e workshops para confronto de conhecimentos.

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O edifício inicial projetado por Walter Gropius sofrera inúmeras modificações após a Segunda Guerra. Em 1994 inicia-se um processo de reforma visando restabelecer ao edifício sua condição original. O empreendimento foi promovido pela Fundação Bauhaus e coordenado pela arquiteta Monika Markgraf. Devido a inexistência do projeto original o trabalho foi árduo e concluído somente em 2007. Ainda hoje é o edifício principal do pólo da universidade, destacando-se o escritório de Walter Gropius, mantido inalterado.

 

Art nouveau

A Art nouveau ou Arte nova é um estilo internacional de arte, arquitetura e arte aplicada, principalmente as de cunho decorativo. A origem do nome é francês e a arte foi predominante em todo o ambiente Europeu e teve sua parcela de repercussão pelo mundo.

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O movimento da Art Nouveau foi inspirado por formas e estruturas naturais, não somente em flores e plantas, mas também em linhas curvas. Arquitetos tentavam harmonizar com o ambiente natural. Ela também pode ser considerada uma filosofia do desenho de mobílias, que foi desenhado de acordo com a construção e a parte feita da vida ordinária.

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Arquitetura

Na Arquitetura, hipérboles e parábolas em janelas, arcos e portas são comuns e molduras decorativas “crescem” em formas derivadas de plantas. Como a maioria dos estilos de design, o Art Nouveau procurou harmonizar suas formas.

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O Art Nouveau na arquitetura e design interior evitou os estilos ecléticos revivalistas do século 19. Apesar dos designers Art Nouveau selecionaram e modernizaram alguns dos mais abstratos elementos do estilo Rococo, como as texturas da chama e da concha, ele também defenderam o uso de formas orgânicas muito estilizadas como fonte de inspiração, expandindo o repertório “natural” de usar alga, grama e insetos.

O estilo esteve presente em diversos outros meios como :pintura, artes gráficas, esculturas, vidrarias, cerâmicas.

Fontes: wikipedia, wordpress, tumblr

Puff cake

E a criatividade nos surpreende. Design muito interessante desse puff, amei 🙂

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Harmonia das cores.

Mais um pouco sobre cores.

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Harmonia Monocromática

Baseada numa cor, variando no valor e intensidade; a harmonia monocromática dá unidade numa sala. Ela pode cercar-se de monotonia se não orquestradas com cuidado, como na diferença de formas, tamanhos e texturas.

Harmonia Análoga

É composta de cores vizinhas no disco das cores. Este arranjo parece unificar porque uma cor é compartilhada. Tem uma leve transição de cor para cor.

Esquema de cores contrastantes unem cores que estão separadas no disco de cores. A mais comum é a harmonia complementar.

Harmonia Complementar

É baseado em cores diretamente opostas no círculo. Oferecem um equilíbrio quente e frio. Tendem a ser mais vivos.

O sucesso dessa combinação depende do uso adequado do valor e intensidade. Vermelho e verde são usados com intensidade forte nas decorações do natal. Mas se quiser usar elementos menos intensos, a combinação fica mais harmoniosa.