Sala de Reunião corporativa

Olá pessoal, vou postar alguns dos meus trabalhos aqui no site, espero que gostem!

Hoje estou postando uma sala de reunião onde foi me solicitado que houvesse a cor laranja, pois era a cor da logo da empresa. O pedido foi atendido com sucesso. As cores neutras na sala de reunião foram utilizadas para que não haja dispersão devido às cores (as vezes as cores chamam tanto a atenção que acabam atrapalhando). Eis o resultado:

Voltando no tempo.

Voltando a 1920, na época do auge da arquitetura do ferro, vamos visitar uma cidade do interior paulista chamada Jundiaí, mais especificamente na subestação de energia Engenheiro Francisco de Monlevade. Na entrada principal avistamos um belo jardim mosaico, criado por um famoso paisagista alemão. Ao entrarmos no edifício de tijolos aparentes, traço da arquitetura industrial inglesa desse período, vemos máquinas gigantescas funcionando a todo vapor. O barulho é intenso mas vemos que os funcionários estão satisfeitos. O que se ouve é que a empresa – Companhia Paulista de estradas de ferro – é um marco em qualidade e organização. Pisos de cimento queimado lustrados e encerados com sua cor vermelha – o famoso ‘vermelhão’ – portas de enrolar para a entrada e saída de maquinários, janelas imponentes, maiores que eu, que tenho 1,77m de altura, é de tirar o fôlego. Quem ama essa arquitetura me compreende. Andando pelo edifício avisto buracos em forma de círculos no exterior da edificação, próximos ao chão – respiros? – acho que sim. Ao redor da subestação de energia vejo casas no mesmo estilo de construção com áreas avantajadas, me contam que são dos engenheiros que trabalham na companhia ferroviária. Tudo trabalha no mais perfeito equilíbrio.

Essas são as memórias que podem ser extraídas através de relatos dos que vivenciaram essa época! Hoje a subestação se encontra na cidade de Louveira (antiga área pertencente ao município de Jundiaí) e está em fase de restauro! 🙂

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Beijos, Débora.

Como eram as arquiteturas do século XVIII?

Onde vamos aprender sobre arquitetura hoje?

Vamos para o Centro Histórico de Salvador, Bahia.

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Arquitetura Residencial e Oficial.

No Brasil, principalmente nas áreas perto das praias onde foram as primeiras instituições de espaços como cidade, observamos que inicialmente não havia regras para construir ou para as delimitações de espaços de terras. As cidades surgiam de forma irregular, com ruas tortuosas. Esse crescimento, em sua maior parte desordenado não durou mais que duzentos anos. A partir de 1626, não foi mais permitido a construção de casas sem previamente serem aprovadas pelo orgão responsável. Passou a ser proibido janelas que dessem para a rua de forma a atrapalhar a circulação de pedestres; o uso de treliças de madeira nas janelas para observar-se o exterior sem prejudicar a privacidade do interior da residência, também foi proibido o despejo das águas da chuva provenientes do telhado direto na calçada pública, sendo-se então exigido o uso de calhas condutoras, foi proibido a construção de sotãos com frente para locais públicos.

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Em 1808 abre-se o mercado brasileiro ao comércio exterior fazendo com que muitos materiais antes não utilizados na arquitetura brasileira começassem a ser usados, modificando então o aspecto da arquitetura no país a partir dessa data.

Pode-se destacar o uso de novos elementos, tais quais: calhas e gradis metálicos, ladrilhos cerâmicos, estatuetas e ornamentos em relevo de louça, gesso e outros tipos de argamassa.

As edificações coloniais, a partir de então, começaram a passar por um processo de diversificação e reformas construtivas com o uso desses novos elementos em suas fachadas.

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