Casas de Adobe

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Casa de Adobe no sertão mineiro. Adobe é uma técnica construtiva vernacular, muito utilizada em regiões carentes, onde o tijolo é feito de terra crua e água (barro) juntamente com a palha. Algumas vezes é encontrado o uso de outras fibras nesse tipo de construção. A argila é moldada in loco (no local da obra) e inicia-se o processo construtivo do edifício. A construção com Adobe foi amplamente utilizada nas civilizações antigas, esse método proporciona conforto térmico, rapidez na execução, baixo custo e sustentabilidade. Se optar por esse tipo de técnica construtiva, o ideal é que o acabamento seja realizado com algum tipo de vedação externa para que os tijolos fiquem protegidos da ação da chuva, também é importante a execução de beirais para proteção da edificação. Para fundação, usa-se normalmente pedras comuns como o xisto numa espessura de 60cm acima do solo para que não haja contato direto da edificação com a umidade da terra, preservando assim o estado de conservação do que será construído.

Quarto baby

Olá pessoal! Tudo bem? Estou postando aqui um projeto que fiz esse mês de um quarto de bebê 🙂

Foi pensado num quarto onde o bebe e a criança possam interagir no mesmo ambiente, proporcionando união e aconchego aos irmãos. As cores foram aplicadas de forma a trazer paz e tranqüilidade para o ambiente, o que proporciona mais leveza ao dia a dia das crianças, a cor que prevalece é o azul, em variados tons, pois é uma cor serena e que proporciona tranqüilidade para quem a observa. O projeto contém itens que levam a criança a desenvolver sua criatividade, como por exemplo, o rolo de papel, onde eles poderão usar toda a imaginação para produzir seus desenhos e pensamentos. O quarto no estilo provençal proporciona traços finos e leves para o ambiente e faz com que o mesmo se torne aconchegante.

Sala de Reunião corporativa

Olá pessoal, vou postar alguns dos meus trabalhos aqui no site, espero que gostem!

Hoje estou postando uma sala de reunião onde foi me solicitado que houvesse a cor laranja, pois era a cor da logo da empresa. O pedido foi atendido com sucesso. As cores neutras na sala de reunião foram utilizadas para que não haja dispersão devido às cores (as vezes as cores chamam tanto a atenção que acabam atrapalhando). Eis o resultado:

Parques, como torná-los atraentes?

Mais uma questão que paira sobre os Urbanistas: ‘O que realmente é necessário para um projeto de um parque/praça que funcione?’. Essa e outras questões sempre devem ser analisadas e questionadas levando em conta um estudo prévio aprofundado do local a ser inserido o projeto.

Por que será que alguns parques urbanos tem uso contínuo e outros não? Normalmente, quando vemos que um parque é bem sucedido e há dinâmica no local é porque há diversidade física funcional de usos adjacentes e consequente diversidade de usuários e seus diferentes horários.

Como é descrito no livro Morte e vida de grandes cidades de Jane Jacobs:

Um parque urbano é fruto da sua vizinhança e da maneira como essa vizinhança  gera uma sustentação mútua  por meio de usos diferentes ou deixa de gerar essa sustentação.’

Sendo assim, podemos entender que para que um parque tenha mais possibilidade de ter sucesso em seu uso durante o dia, precisamos observar se o entorno o usará de forma apropriada e quem o usará e para que. Ao projetar um parque, devemos pensar: ” O que levará uma pessoa a frequentar esse parque?”, ”quais serão serão os atrativos desse parque?”, etc.

A arquitetura também é a arte do questionamento.

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Washington Square NYC  (imagem: nycgovparks.org)

 

A complexidade de um parque que o faz ser interessante pode estar em aspectos sutis, como por exemplo o visual dinâmico, a mudança de níveis no piso, certo agrupamento de árvores, espaços que se abrem a perspectivas variadas, etc.

Outro fator importante ao se projetar um parque são os seus usos. Quais usos terá? Pistas de bicicleta, skate, espaço para empinar pipa. Quem usará esses espaços? Enfim, perguntas pertinentes ao projeto devem ser realizadas durante toda a execução do mesmo.

Com esses passos somados a um bom conhecimento do universo da arquitetura e do urbanismo se torna mais evidente o sucesso de um projeto de um parque em determinado local.

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Washington Square , NYC (imagem: NYC parks)

 

 

Calçadas…qual a sua importância?

Há quem diga que as calçadas são meramente espaços entre a rua e o edifício, espaços que dão acesso às edificações, lugares para circulação de pedestres. Mas, se formos analisar um pouco mais sobre esse elemento urbanístico tão importante ao qual estamos tão familiarizados, podemos tomar mais algumas lições do que é e para que servem as calçadas. Quando eu era criança, brincava todos os dias na rua, ou melhor, na calçada. Lá eu ficava horas conversando com meus amigos, brincando de boneca, esconde-esconde e tantas outras brincadeiras. Era nas calçadas que eu ficava ao lado da minha mãe ou do meu pai esperando eles acabarem de conversar com algum vizinho ou comerciante para então, voltarmos para casa, e era na calçada que minha mãe gritava meu nome para eu voltar para casa pois a janta já estava pronta. Podemos concluir então, que o uso das calçadas excede o simples transitar entre elas ou o acesso a qualquer edificação.

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Uma calçada é um elemento imprescindível para a socialização de um bairro, para a segurança das pessoas e para a vida dinâmica de crianças e adolescentes. As calçadas, quando oferecem espaço para que pessoas as utilizem das mais variadas formas, fazem com que esse mesmo espaço se torne mais seguro e convidativo. Primeiro, porque todos gostam de lugares onde existe a vida acontecendo, onde existe dinâmica e, segundo, porque um lugar que sempre tem pessoas transitando em várias horas do dia se torna um lugar mais seguro, devido ao fato de as próprias pessoas estarem observando o local ativamente. Pensando dessa forma, concluo que as calçadas deveriam ser consideradas como ferramenta importante em um projeto urbanístico, visto que, com elas conseguimos fazer do espaço um lugar agradável e convidativo. Sendo assim, a recomendação, como citada no livro ”Morte e vida de Grandes Cidades” de Jane Jacobs, é de que as calçadas deveriam ser mais avantajadas em sua largura, com árvores em seus eixos para proporcionar sombra e lugares para sentar, para que houvesse um uso maior e melhor delas. Eu concordo com esse ponto de vista, sei que muitos problemas da cidade não podem ser resolvidos simplesmente arrumando uma calçada; isso é fato; mas, procurar melhorar é um caminho convidativo para os Urbanistas. Não existe receita pronta para projetar, há tipos e tipos de comunidades e diferentes estilos de vida, mas devemos sempre lembrar que o ser humano nutre as mesmas necessidades básicas em todos os lugares: comer, estar, trabalho, lazer, socializar e, uma calçada bem projetada pode contribuir muito para que essas necessidades sejam satisfeitas, pelo menos parcialmente.

Débora Bonetto.

 

Como apresentar meu projeto?

Oi pessoal! Andei analisando na faculdade e percebi que muitas pessoas tem dificuldade de montar uma prancha (folha em que vão as informações do projeto e o projeto em questão) acabam se perdendo no caminho e o resultado é uma prancha poluída, ou seja, confusa, o conteúdo não é claro e fácil de entender. Ok, mas o que fazer então? Como me organizar para apresentar um projeto de fácil leitura e interpretação? Vamos lá:

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1º Organize o conteúdo.

Isso mesmo gente. Organização é tudo! Liste tudo o que você tem a colocar na prancha e enumere os itens, do mais relevante ao menos importante. Disponha as informações na prancha de modo a valorizar o que é mas importante.

2º Divida a prancha.

Quando você for colocar a infomações na prancha, precise saber como dispor na prancha pra que fique harmônico. Separe a prancha por colunas horizontais ou verticais, retângulos, circulos, o que você julgar melhor e depois começe a colocar os conteúdos (de forma organizada) nesses espaços, preenchendo-os. Não esqueça que o vazio também é importante, então trabalhe bem os cheios e vazios fazendo com que o leitor não sinta cansaço ao percorrer os olhos pelo seu projeto.

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3º Cores.

Cuidado com essa parte! Já aviso de antemão, rs . As vezes a gente quer inovar e acaba fazendo as coisas de uma forma errada. Ao usar as cores seja comedido. Se você pesar muito as cores no seu projeto, pode acontecer de as cores chamarem mais atenção que o próprio projeto e aí você não alcançará o resultado esperado.

4º Fontes, tamanhos, textos.

Pessoal, não sejam muito longos nos textos, além de ficarem cansativos, não é o ideal de um projeto arquitetônico. No projeto o texto vem para complementar o que o desenho não pode expor. Cuidado com as fontes e tamanho da escrita. Se ficar muito pequeno, não dá pra ler e muito grande fica feio demais! Também não se esqueçaam de justificar os textos e alinhar imagens, textos, tabelas, tudo  o que tiver na prancha para ficar apresentável.

5º Padronize.

Para você ter um resultado legal no visual das suas pranchas, procure padronizá-las. A cor e o tamanho da letra do título segue para as demais pranchas, a fonte dos textos iguais em todas, as cores utilizadas também. Além de ficar muito mais bonito passa a impressão de organização.

Bom, é isso aí! Espero tê-los ajudado !! Agora vamos por a mão na massa e projetar! Beijos. 🙂

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Texto: Débora Bonetto

Imagens: IAB, Archdaily

Como projetar? Por onde começar?

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Olá pessoal, tudo bem?

Bom, muitos se perguntam ‘Nossa, tenho que desenvolver um projeto, e agora?’. Vou dar algumas dicas da minha própria experiência e espero que ajude vocês. 😉

Vamos adotar uma situação: Tenho que desenvolver um projeto de urbanismo para uma cidade perigosa, com várias ruas tortuosas, não há espaço para lazer e muitas casas são irregulares.

Ok, temos um problema, e agora, o que fazer? Vamos seguir um check-list:

1 – Defina um conceito para seu projeto.

Como a cidade é desorganizada, você observou que as pessoas falam mal dela. Sendo assim, você julgou necessário que a cidade tivesse uma nova identidade. Seu conceito então é IDENTIDADE.

Com seu conceito definido, nós partimos pra próxima etapa.

2 – Procure referências.

Isso mesmo! Pesquise o máximo que você puder sobre temas que abordem cidades que precisam de reestruturação urbana. Liste os estudos de caso e retire deles tudo o que você acha interessante usar no seu projeto. Por exemplo, eu sei que a cidade de Medellín era perigosa e com a reestruturação urbana se tornou um exemplo a nível mundial. Se o projeto é bom, use-o como parâmetro.

3 – Partido do projeto.

Ok, você já tem as cartas na manga, agora o que você precisa é definir de onde vai partir seu projeto.

Eu sei que estou trabalhando com uma cidade perigosa e desorganizada, o que devo fazer para mudar essa situação? (levando em conta que quero mudar a identidade da cidade). Há vários caminhos que levam à mesma solução. Eu quero partir da idéia de que o lugar precisa atender aos eixos da vida humana: saúde, educação, esportes, lazer, cultura. E como fazer isso? Vou implantar usos que atendam a essas necessidades, como por exemplo quadras de futebol, escolas, parques, bibliotecas.

4 – Desenvolvimento.

Agora é a hora de você arregaçar as mangas e começar a jogar no papel tudo o que pensou e listou anteriormente, pense nos acessos, no fluxo de veículos e pessoas, nos melhores lugares para ser implantado um edifício de determinado uso, e vá colocando tudo no papel. Com isso você vai gerar o seu projeto preliminar.

Após incansáveis correções e idéias de outras pessoas comece a se preparar para o projeto final.

5 – Projeto final.

Essa etapa é muito importante, revise seu projeto, tire as imperfeições, imagine-se utilizando o local que você projetou, faça percursos mentais. Tudo para ver se não há erros projetuais antes de dizer ‘pronto, acabei’. Lance seu projeto revisado e atualizado e melhorado e etc (rsrs) no papel e de uma checada final se nada ficou no meio do caminho.

6 – Análise crítica.

Após o projeto finalizado é importante que você o observe e estude para ver se você conseguiu alcançar seus objetivos iniciais. O projeto só ira funcionar da maneira certa se você se certificar de que o propósito inicial foi cumprido. Se sim, parabéns! Você conseguiu! Se você acha que ainda falta alguma coisa, não desista, vá em frente, que o ‘insight’ sempre vem na hora menos esperada, eu sou prova disso por que sempre acontece comigo! Rsrs

Boa sorte, espero ter ajudado e agora bora colocar a mão na massa!

Débora Bonetto

Que tal um centro de educação muito criativo?

Pois é pessoal, enquanto continuamos com as nossas escolas no estilo padrão ‘brasileiro’ sem nenhuma novidade, os chinas estão inovando! Olha que bacana a ideia do centro de educação infantil ‘Family box’ em Pequim, que foi desenvolvido a partir do conceito de árvores coloridas!

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piscina

A edificação conta com três pavimentos. No térreo temos três piscinas infantis, o primeiro e segundo pavimentos abrigam 15 salas de aula e atividades, incluindo uma cozinha, um mercado, uma sala de música, uma sala de dança, uma cafeteria e uma área interna de brincadeiras e exercícios. Ual! Que demais!
Doze grandes cilindros dividem o espaço no primeiro e segundo pavimento. Posicionados de forma aparentemente aleatória, estes cilindros, e o espaço entre eles que definem, tornam-se as diferentes salas e atividades dentro do centro. As diferentes cores, as variações de aberturas curvas de forma livre, e as paredes inclinadas dos cilindros fortalecem a atmosfera lúdica do centro.
Um acabamento branco e uma iluminação quente foram empregadas por todo o centro, permitindo que os temas alegres e coloridos cumpram um papel característico no espaço. Tudo isso proporciona um melhor desenvolvimento educacional das crianças.

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planta baixa
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colunas cilíndricas

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Fonte: Archdaily

Fachadas Dinâmicas

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Olá pessoal! Hoje vou trazer pra vcs um material super bacana que encontrei!

Chama-se fachadas dinâmicas. Consiste em painéis desenvolvidos para fachadas que se movem conforme o pedido do edifício! Legal né?

Da linha HunterDouglas® temos dois modelos:

Folding Screen: São versões dobráveis, são duráveis (média de 50 anos de vida útil sem causar nenhum dano ao material), possibilitam a regulagem de luz e calor. Confere ao projeto um visual diferenciado e interessante!

Sliding Screen: Versão deslizante.

large_Slide_x_Fold2Há vários modelos com materiais diferentes que são utilizados na composição dessas fachadas, São eles:

Metalbrise, MalhaGKD, Quadrobrise, Miniwave, Screenpanel, Woodbrise, Tela.

Projeto Banheiro

Olá pessoal!

Dessa vez a cliente solicitou um banheiro com cores neutras, o bege por exemplo. Segue o resultado 🙂

Se você tiver interesse em me contratar para fazer seu projeto, entre em contato comigo pelo e-mail : dekoro@outlook.com.br

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