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No exterior:

Sana é a capital e a maior cidade do Lémen. Localiza-se a cerca de 2 210 metros de altitude, no interior do país. Em 2012 possuía 1 937 451 habitantes. É um centro importante desde o século IV. A Cidade Antiga de Sana, ou seja, a parte murada, com seus altos edifícios de adobe ornamentados a branco, foi colocada pela UNESCO, em 1986 na Lista do Património Mundial.

 

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No Brasil:

Sana é um lugarejo bucólico longe dos centros urbanos do Rio de Janeiro, se localiza na Serra de Macaé e é cortada pelo rio Sana. Em Janeiro de 2002 Sana foi decretada Área de Proteção Ambiental. Há muitas cachoeiras e pocinhos na região com águas límpidas, boas para mergulhos. A cidade tem a altitude que varia entre 300 e 600 metros, tendo como ponto mais alto o Pico do Peito do Pombo, com cerca de 1.400m de altitude. A região é rica em recursos hídricos e em biodiversidade da Mata Atlântica, lugar ideal para curtir o frio da montanha no inverno e se refrescar nas águas geladas no verão. Muitos atrativos necessitam do acompanhamento de guias especializados. Texto: Portal EcoViagens

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Palácio Rio Negro

Cidade: Petrópolis

Estado: Rio de Janeirorn2

 

Em 1889 Manoel Gomes de Carvalho comprou o terreno onde seria erguido seu palácio de verão. Em 1896 a residência foi vendida para ser a moradia oficial do governante. Em 1903 a residência passou a ser a moradia oficial de verão dos presidentes da república onde passaram Rodrigues Alves até Costa e Silva.

No governo de Hermes da Fonseca a residência passou por um dos seus momentos mais brilhantes que foi a realização do casamento do Marechal Hermes com Nair de Teffé.

O seu mais assíduo freqüentador foi o Presidente Getúlio Vargas,  que nos 18 anos que esteve à frente do País, não deixou de passar um só verão em Petrópolis.

O palácio foi usado mais freqüentemente quando a cidade do Rio de Janeiro era a capital do Brasil. Desde a transferência da sede do governo para a recém-fundada cidade capital de Brasília, em 1960, o uso do Palácio Rio Negro diminuiu drasticamente. O palácio não foi usado, nas décadas de 1970 e 1980, o presidente Fernando Henrique Cardoso retomou o uso do palácio para férias breves na década de 1990. Hoje, Palácio Rio Negro é raramente usado.

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O mais recente hóspede foi o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A cidade de Pedro.

Petrópolis

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Olá pessoal! esse mês que vai entrar de fevereiro vou falar sobre uma cidade que muito me agrada: Petrópolis! Trarei a vocês os pontos principais da cidade, dentre eles, a residência de verão de Dom Pedro II.

Vamos lá então!

Cidade: Petrópolis

Estado: Rio de Janeiro/ Brasil

Área: 795.798 km²

 Petrópolis, também conhecida como cidade imperial, é muito convidativa e com várias construções que remetem ao passado do Brasil. Histórias importantes como de Dom Pedro II se passaram nessa cidade. Todos os verões Dom Pedro passava na cidade em seu palácio destinado a essa época do ano. Gostava do clima ameno da cidade e da vegetação, que até os dias atuais são pontos que chamam atenção na cidade.

É  a segunda  cidade projetada do Brasil. O palácio era rodeado pelos quarteirões imperiais onde vieram a morar as famílias de agricultores, principalmente de alemães, que hoje compõem bairros do primeiro distrito. Durante o verão a cidade tornava-se a capital do Império do Brasil, com a mudança de toda a corte. Independentemente da época do ano, era em Petrópolis que moravam os representantes diplomáticos estrangeiros.

Atualmente a cidade passou a ter uma vocação acadêmica, sediando algumas faculdades como a Universidade Católica de Petrópolis e Faculdade de Medicina de Petrópolis e a FASE, além do Instituto do Milênio para pesquisa de células tronco.

Catetinho – Niemeyer

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Sobre.

Catetinho , o palácio presidencial provisório, foi construído entre os dias 22 a 31 de outubro de 1966. O nome é uma alusão ao Palácio do Cateto, então sendo do Governo Federal no Rio de Janeiro. Conhecido oficialmente como RP-1 (Residência Provisória-1). Correspondeu ao desejo do presidente Juscelino Kubitschek de se estabelecer na cidade para acompanhar as obras da nova capital. A residência, na época ficou conhecida como ‘Palácio de Tábuas’.

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Como tudo aconteceu.

Após sua primeira viagem à Brasília, em 02 de outubro de 1956, Juscelino Kubitschek demonstrou, ainda no avião, a vontade de instalar-se provisoriamente para acompanhar as obras que iriam iniciar-se. JK não queria ficar em barraca, queria um lugar onde pudesse pernoitar. Oscar Niemeyer e João Milton Prates (Piloto de JK e oficial do gabinete presidencial) transmitem esse desejo de JK para o engenheiro Juca Chaves durante o encontro no Juca’s Bar, RJ. Juca Chaves assim se manifesta ‘Em construção tudo é possível, desde que chegue caminhão lá. Lá chega caminhão?’. Teriam então respondido a ele ‘Acho que chega… porque não tem estrada, mas tem caminho, pra isso se dá jeito’’.

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Juca Chaves convida Oscar Niemeyer para conhecer uma obra sob sua responsabilidade, indicando que o projeto do Catetinho pudesse se inspirar num barracão de obras (geralmente feito com madeira de pinho, onde se instala o almoxarifado e o escritório). Niemeyer considerou a ideia valida: desenhou uma casa de madeira escamada e de vigas, traçando o que seria o Palácio de Tábuas.

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Curiosidades.

A residência foi a primeira construção de Brasília, executada em 10 dias. Foi a residência provisória do Presidente Juscelino Kubitschek.  Quase meio século depois, foi transformado em museu, onde estão preservados a suíte presidencial, a sala de despachos, o quarto de hóspedes e a sala de refeições, além de objetos pessoais de JK e de sua esposa, D. Sarah.

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MAM – Museu de Arte Moderna – Rio

Arquiteto: Affonso E. Reidy

Obra: Museu de Arte Moderna

Local: Rio de Janeiro, Brasil

Ano: 1954- 1967

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Sobre o Museu:

Localizado no meio do jardim do Aterro do Flamengo, com um cenário privilegiado, Affonso E. Reidy pensa em um sistema que permitia a contemplação da paisagem da Baía da Guanabara sem obstáculos, ou seja, perfeita inserção no lugar.

O MAM Rio é considerado uma das mais importantes instituições culturais do Brasil.

O Museu é uma organização particular e sem fins lucrativos.

Em 1978 ocorreu um incêndio em que se perdeu 90% do acervo. Em 1982,após longos trabalhos de restauração, o museu volta à ativa.

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Sobre a arquitetura:

Adepto da arquitetura racionalista, destacando-se pelo emprego de estruturas vazadas e pela integração com o entorno.

Arquitetura Racionalista:

arquitetura racionalista é uma corrente surgida na Europa após a Primeira Guerra Mundial.

• Esqueleto estrutural do edifício no lugar de simetria axial

• Predileção pelas formas geométricas simples, com critérios ortogonais

• Emprego da cor e do detalhe construtivo no lugar da decoração sobreposta

• Concepção dinâmica do espaço arquitetônico

• O uso limitado de materiais como o aço, o concreto ou o vidro (novos materiais)

Sobre a estrutura:

A estrutura é em tesouras transversais de concreto bruto, dispostas lado a lado, de 10 em 10 metros. Permitindo a transparência total do edifício, também possibilitando imensos espaços internos e uma flexibilidade na organização das salas de exposição.

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    imagem: vitruvius

O primeiro andar pousa no cotovelo dos braços em V dos pórticos, está livre em toda sua superfície. As lajes superiores estão suspensas por tirantes de ferro, contribuindo parcialmente para o nível inferior e resultando em um jogo de cheios e vazios (estudados cuidadosamente); podendo ser chamado de continuidade espacial. O recurso utilizado no caso do pilar em V consentiu a dupla sustentação do edifício.

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Apesar da impressão de simplicidade do edifício, esconde a complexidade das soluções técnicas, como por exemplo, a solução do apoio, equilibrando os esforços na base do pórtico gerando um momento contrario, devido ao apoio da laje arqueada do primeiro pavimento no segmento menor do pilar.

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O conjunto final da obra resulta em um trapézio isóscele (130 metros de comprimento x 25 metros de largura), sustentado por essas tesouras transversais procedendo a horizontalidade do conjunto.

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Fontes: wikipedia, monolitho blog, vitruvius

Obras de Antonio Parreiras na Pinacoteca

Exposição tem abertura neste sábado na Pinacoteca

A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição Antonio Parreiras, pinturas e desenhos com 20 trabalhos realizados entre 1887 e 1929. As obras pertencem aos acervos da Pinacoteca do Estado e do Museu Antonio Parreiras, primeiro museu brasileiro dedicado à obra de um único artista e que este ano, comemora 70 anos de existência.

Antonio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, RJ, 1867-1937) é conhecido como um dos principais paisagistas brasileiros entre o final do século 19 e as primeiras décadas do século 20. A exposição apresentada na Pinacoteca é uma oportunidade única para ver um conjunto de cinco desenhos raramente exposto, com destaque para Cabeça de onça, 1916, Salgueiros em dezembro, 1917, Vieilles Maisons à Sartene [Velhas casas em Sartene], 1918, e Chaumière Saint-Alpinien [Cabana Saint-Alpinien], 1919. Também serão exibidas 16 pinturas de paisagens, marinhas, casarios e figuras, realizadas durante suas viagens pelo Brasil e pela Europa. Deste conjunto, destacam-se, Manhã de inverno, 1894, Dia de mormaço, 1900, Marinha, cerca de 1905, e Tormenta, 1905, entre outros. “Parreiras executou diversos gêneros de pintura. Difícil indicar o número aproximado de obras que realizou. Segundo o próprio Parreiras, em sua autobiografia História de um pintor, contada por ele mesmo (1926), até aquele momento havia feito mais de 850 telas. (…) Elogiado como paisagista; criticado como pintor de temas históricos e de pinturas de gênero – especialmente os nus –, suas obras estão presentes em muitos museus brasileiros e também em coleções particulares. Quando vivo, foi reconhecido como o mais importante pintor atuante pela revista Fon-Fon em 1925”, afirma Ana Paula Nascimento, curadora da mostra.

Esta é a segunda exposição de Parreiras na Pinacoteca. A primeira, Antonio Parreiras: pintor de paisagem, gênero e história, aconteceu em 1981. Segundo Kátia de Marco, diretora do Museu Antonio Parreiras, “o temperamento impetuoso e independente de Parreiras, que transparece de modo espontâneo no seu livro de memórias] permitiu que o artista direcionasse seu talento à liberdade expressiva de se preservar das imposições clássicas do academicismo, sem se comprometer com os novos preceitos modernistas surgidos no Brasil nas duas primeiras décadas do século XIX. (…) De alguma forma, tal postura contribuiu para mantê-lo em certo limbo da crítica póstuma e da historiografia escrita pelas lentes modernas, deslocando-o do foco de interesse para um aprofundamento valorativo e merecido, dada a importância de sua obra na história da arte brasileira”.


Sobre o artista
Antonio Parreiras (Niterói, RJ, 1860-1937) inicia seus estudos em 1883, como aluno amador na Academia Imperial de Belas Artes, onde frequenta as aulas do professor de paisagem Georg Grimm. Após dois anos, junto a França Júnior, Castagneto, Hipólito Caron e Domingos Garcia y Vasquez, abandona a Academia quando esta proíbe que o mestre dê aulas de pintura ao ar livre. Ainda sob a orientação de Grimm, o grupo pinta paisagens da praia da Boa Viagem, em Niterói. Em janeiro de 1885, em seu ateliê naquela cidade, Parreiras realiza a primeira exposição de sua produção; esses quadros e mais alguns são expostos no mesmo ano na loja A Photographia, no Rio de Janeiro. Em abril inaugura exposição na Casa De Wilde, um dos principais pontos de encontro dos artistas profissionais no Rio de Janeiro, e no final do mesmo ano expõe algumas telas na Glace Élégante. Assim, inicia uma carreira permeada de exposições individuais, não só no Rio de Janeiro, mas, posteriormente, em diversos estados do Brasil, como São Paulo, Pará, Amazonas e Rio Grande do Sul. Realiza uma série de excursões e viagens de estudo por diversas partes do país.

A imprensa no período observa a falta de prática do artista no desenho de figura e, em diversas ocasiões, pronuncia-se incitando o jovem a ir aperfeiçoar-se na Europa. Parreiras executa então a pintura A tarde, para submissão à compra pelo Governo Imperial. Com o dinheiro da venda, viaja pela primeira vez à Europa, desembarcando em Gênova, de onde segue para Roma; por fim, estabelece residência em Veneza. Torna-se aluno livre da Academia de Belas Artes local, onde estuda com Filippo Carcano. Em 1890 retorna ao Brasil e inscreve trabalhos na Exposição Geral de Belas Artes daquele ano, a primeira organizada no período republicano, obtendo pequena medalha de ouro. Pela primeira vez realiza uma pintura histórica, sob encomenda. Embrenha-se nas florestas tropicais, reproduzindo nas telas o clima e o mistério que existem na flora e na fauna locais, com verdes intensos e cores fortes. Marinhas e cenas campestres completam a sua produção artística, que o coloca entre os principais paisagistas do Brasil.

Em fevereiro de 1906 embarca novamente para a Europa; passa por Portugal e se estabelece em Paris. Retorna ao Brasil em 1907, e em 1908 segue para Belém, de onde se transfere para Paris levando consigo o filho Dakir, para iniciá-lo na pintura. Em 1909, em Paris, inscreve a pintura de nu Fantasia no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts, obtendo grande sucesso. De volta ao Brasil, em 1910 parte novamente para Paris, onde inscreve no Salon a pintura Frineia, aceita por unanimidade pelo júri. Passa então a ser conhecido na Europa como pintor de nus. Apresenta posteriormente Dolorida, 1910; Flor brasileira, 1913; Nonchalance, 1914, e Modelo em repouso, 1920.

São poucas as paisagens realizadas na década de 1920. Contudo, prossegue na realização de pinturas históricas. Pelas dificuldades em obter encomendas de pinturas históricas nos anos seguintes, Parreiras volta-se novamente para a pintura de paisagens. Adoece progressivamente a partir de 1932, e, ao morrer, deixa prontos os originais da segunda parte de seu livro de memórias, História de um pintor contada por ele mesmo, cuja primeira edição data de 1926. Segundo ele próprio, realizou ao longo de aproximadamente 55 anos, mais de 850 pinturas, das quais 720 em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.


Antonio Parreiras, pinturas e desenhos
Abertura: 6 de outubro, sábado, a partir das 11h
Em cartaz até o dia 3 de março de 2013


Pinacoteca do Estado

Endereço: Praça da luz, 2
Tel.: (11)  3324-1000
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Grátis aos sábados e às quintas

Fonte 1: Assessoria de imprensa da Pinacoteca do Estado, Secretaria da cultura do Estado de São Paulo.