Bairro. Como surgiu?

Para começar, um bairro é uma comunidade dentro de um município, sendo ele a unidade mínima de urbanização em quase todas as cidades do mundo.

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View from Pyramide de la luna – image from wikimedia.

Sua história,  como se originou…

O historiador Lewis Mumford relatou o bairro como uma forma mais rudimentar de organização populacional sem fins políticos. Escavações evidenciam a existência dessas comunidades.

Em algumas regiões pré-industriais os serviços como proteção, regulamentação dos nascimentos e casamentos, limpeza e manutenção eram realizadas pelo próprio bairro, sem intervenção de uma cidade ou estado. Esse costume era visto em cidades islâmicas.

Também haviam os bairros étnicos em muitas cidades, um exemplo que permanece até hoje é o bairro da Liberdade em São Paulo que remete a população japonesa.

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                             Liberdade | São Pauloimage from Wikimedia

As novas vilas foram surgindo de acordo com o crescimento urbano e o êxodo rural.

Atualmente…

Hoje em dia existem alguns fatores para a definição de certa área como bairro. São eles:

– Podem ser públicos ou privados;

– Apresentar arborização ( bairro jardim)

– Deve haver um planejamento urbano (água, esgoto, vias, etc.)

– Pode haver uma associação de moradores;

– Parques ou praças;

– entre outros.

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Pereira Coutinho | Bairro Nobre | São Pauloimage from wikimedia

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Favela da Rocinha | Rio de Janeiroimage from wikimedia

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Maputo outskirts (bairro) – image from wikimedia

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Bairro de Hutong | Pequim  image from wikimedia

Demolir não, Desconstruir sim

27_MHG_rio_demolicaoMogi das Cruzes como uma cidade quatrocentona, tem em seu território um grande número de casas que não aguentaram a força do tempo e o próprio crescimento urbano fazendo com que aos poucos fossem transformando em ruínas, ou mesmo sendo demolidas para ser edificado novos prédios, cuja arquitetura é de péssima qualidade.

Este processo continuará, e em cada demolição de um edifício, vai um pouco da história de nossa cidade, que já esta em processo de “conurbação”, o que significa a perda da sua identidade transformando em uma cidade genérica.

Para exemplificar o que estou relatando, em 1996 visitei um bairro comercial no Cairo, Egito, que fiquei surpreso, pois o mesmo parecia o bairro do Brás em São Paulo, só que com propagandas em ideogramas árabes. Um trecho de cidade genérica.

A conurbação é uma epidemia global, onde temos que lutar para que ela aconteça em nossa cidade de maneira controlada, respeitando alguns elementos arquitetônicos que contam a história dos nossos antepassados, respeitando de certa forma nossas tradições.

Os cidadãos devem ser conscientizados da importância deste respeito à  identidade da cidade, pois como já houve estudos da ONU, onde afirmam que quando perdemos as referencias urbana, causam estresse em seus habitantes.

Sugerimos de que quando necessário não deveríamos mais demolir nenhum edifício da cidade e sim desconstrui-lo.

A desconstrução ou demolição seletiva de um edifício é um processo que se caracteriza pelo seu desmantelamento cuidadoso, de modo a possibilitar a recuperação de materiais e componentes da construção, promovendo a sua reutilização e reciclagem.

Este conceito surgiu na Europa, em virtude do rápido crescimento da demolição de edifícios e da evolução das preocupações ambientais da população. A desconstrução abre caminho à valorização e reutilização de elementos e materiais de construção que de outra forma seriam tratados como resíduos sem qualquer valor, e removidos para locais de depósito por vezes não autorizados para esse fim.

Nossas universidades e escolas técnicas existentes na cidade deveriam vem com mais atenção esta sugestão, onde pode ter o envolvimento de vários profissionais que vão de futuros arquitetos, engenheiros civil, engenheiro mecânico, engenheiro químico, biólogos, historiadores e os profissionais da área de meio ambiente.

Na desconstrução como objeto de estudo, é possível entender o processo construtivo da época, e se for o caso criar um registro por meio de maquetes físicas ou eletrônicas da edificação para que possa posteriormente compor a história de nossa cidade.

Com certeza com a desconstrução teríamos diminuição da excessiva produção de resíduos da construção bem como introduziríamos os princípios da sustentabilidade e ecoeficiencia, desenvolvendo soluções construtivas que permitam a aplicação prática viabilizando a construção de edifícios duráveis, adaptáveis, com materiais de menor impacto ambiental e com grande potencialidade de reutilização.

Profissionais da área de construção civil vamos refletir sobre esta sugestão de demolir não, desconstruir sim.

Paulo Pinhal

Fontes:

www.colégiodearquitetos.com.br

www.pinhalarquitetura.com.br

 

Desenvolvimento Urbano

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Desenvolvimento Urbano

Uma cidade é determinada em sua forma, através de vários meios de organização e desenvolvimento.

O artigo 182 da Constituição Federal diz que a política de desenvolvimento urbano tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem estar dos seus habitantes. É, portanto, pura responsabilidade do poder público municipal, formado pelos poderes Legislativo e Executivo, atender o conteúdo deste artigo.

A partir dos anos 80, os poderes municipais passaram a perceber a importância do planejamento para o desenvolvimento da cidade, fazendo com que o ordenamento espacial ocorresse através de uma parceria entre poder publico e população.

O projeto de Desenvolvimento Urbano é realizado após um estudo da situação atual da cidade. Quanto ao uso e ocupação do solo, compete ao órgão publico definir normas de utilização do solo urbano, das edificações, do parcelamento do solo, das infraestruturas, dos equipamentos coletivos e áreas de preservação natural.

Muitos tópicos do plano diretor não funcionam, pois são de interesses particulares. Mas dentre todos, alguns são executados de forma proveitosa a favor da população. São eles:

– Assentamentos de população de baixa renda;

– Urbanização dos loteamentos de baixa renda;

– Delimitação de áreas de interesse, principalmente as delimitadas à habitação;

– Não aprovação de projetos que causam impacto ao sistema viário, infraestrutura e paisagem urbana;

– Criação e implantação de equipamentos coletivos, bem como normatização para sua utilização e implantação;

– Preservação e regulamentação de utilização de recursos naturais e patrimônios culturais e históricos.

Lei de Uso e Ocupação do Solo

São estas leis que ditam as normas e regulamentam a produção e construção do seu espaço. Dessa forma, regulamentam as construções públicas e privadas na área municipal, definindo as condições de utilização do solo no âmbito do perímetro urbano.

Cabe ao plano diretor criar normas complementares que se adaptem à realidade do território urbano, porém, o que vemos novamente são adaptações a leis de zoneamento e uso de solo de outras cidades e regiões, nem sempre atendendo à realidade local.

O Plano Diretor deve dinamizar a própria utilização do solo através de programas que venham de encontro a seu objetivo maior que é a de induzir o desenvolvimento. Podemos citar como intervenção pública:

– Renovação urbana – revitalização e restauração de áreas degradas, dando-lhes nova dinâmica e incentivando seu uso. Como exemplo, podemos citar as proximidades dos trilhos ferroviários.

– Estruturação urbana – integrar ao tecido urbano as áreas rarefeitas, através da implantação de atividades econômicas e de uso habitacional, além de soluções para preservação ambiental. Como exemplo, podemos citar os fundos de vale.

– Dinamização urbana – criar focos de interesses urbanos, de maneira a diversificar o crescimento e ordenamento urbano. Como exemplo, podemos citar a remodelação paisagística de uma região urbana pouco valorizada.

Gestão urbana e gestão Municipal

Somente a existência de leis, planos e programas não é suficiente para promover um funcionamento adequado às cidades. As carências apresentadas na maioria das cidades brasileiras exigem, além dos instrumentos de ordenação do espaço, provisão pelo poder publico de serviços de infraestrutura social e de equipamentos urbanos.

Cabe à gestão urbana dirigir o orçamento, dando prioridades às necessidades reais da população, o que nem sempre ocorre, pois, novamente, os interesses particulares de poucos ou a falta de capacidade dos administradores e seus assessores são uma constante. Estas necessidades por parte da população caracterizam a vida pública, também designadas de meios de consumo coletivo. São exemplos destas necessidades: serviços de transporte coletivo, centros de saúde, escolas, asilos, creches, saneamento básico, segurança pública, limpeza urbana entre outros.

Aplicabilidade das normatizações

A fragmentação das competências administrativas reflete no controle do uso do solo. Assim, enquanto uma secretaria apresenta, elabora e dá subsídios para aprovação e normatização de uma lei, não se pode esperar que outra secretaria, alheia a decisões relativas a esta normatização, faça a implementação e fiscalização da mesma.

A partir do interesse verdadeiro da população, expresso num contínuo fórum, com toda a comunidade participando de maneira democrática através de suas associações, instituições, grupos sociais e dos seus representantes legais, constituído pela Câmara Municipal, deve-se promover a aproximação da gestão municipal no momento da feitura e execução dos planos, mostrando-se sensível aos desejos da comunidade como um todo, estabelecendo um vínculo estreito entre o poder decisório e o poder reivindicatório; e, finalmente, quando a estrutura da administração dos órgãos municipais não apresentar fragmentações, passando portanto, a ser reformulada, através de uma ampla reforma administrativa, podem-se esperar , embora não a curto prazo como todos anseiam, mas a médio e longo prazo, mudanças que acarretarão um novo conceito de desenvolvimento urbano, e então, por certo, se estará caminhando rumo à cidade desejada.

Bibliografia

LOJKINE, Jean. O Estado Capitalista e a questão urbana. São Paulo: Martins Fontes, 1981.

CASTELLS, Manuel. Gestão Urbana: planejamento e democracia política. São Paulo: Sempla, 1985.

SANTOS, Wanderley G. dos. Cidadania e justiça. R. de Janeiro: Campus,1979.

FUNDAÇÃO PREFEITO FARIA LIMA – Cepam .O município no século XXI: Cenários e perspectivas. Ed. Especial. São Paulo: 1999.

Fonte: arquitetando.xpg

Tombamento, o que é?

 

 

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  • O que é tombamento?

O ato de ‘tombar’ um edifício consiste em afirmar, dentro da lei, que o mesmo é protegido por ser de cunho cultural, social ou histórico. Os edifícios que, pelo tempo que existem, trazem consigo histórias do desenvolvimento humano são preservados como um patrimônio histórico e cultural que contribui para o arrecadamento de informações de diversas ocorrências importantes ao passar do tempo. Sendo assim, quando um edifício é tombado, não pode ser destruído ou descaracterizado.

  • O que pode ser tombado?

Pode ser aplicado a bens móveis e imóveis de interesse cultural ou ambiental. A bens materiais é aplicado para preservação da memória coletiva.

  • Quem pode efetuar um tombamento?

Pode ser efetuado pelos órgãos competentes, que defendem o objeto em questão dentro da lei nº 10032 e nº10236 (1985/86). São os órgãos: CONDEPHAAT, IPHAN, DPH, Governo Estadual/ Federal.

  • O ato do tombamento é igual à desapropriação?

Não. São atos totalmente diferentes. O tombamento não altera a propriedade de um bem; apenas proíbe que venha a ser destruído ou descaracterizado. Logo, um bem tombado não necessita ser desapropriado.

  • Um bem tombado pode ser tombado ou vendido?

Sim. Desde que continue sendo preservado. Não existe qualquer impedimento para a venda, aluguel ou herança de um bem tombado.

  • O tombamento preserva?

Sim.

  • O que é entorno de imóvel tombado?

Toma atitudes para impedir que novos elementos obstruam ou reduzam sua visibilidade. Complete ao órgão que efetuou o tombamento estabelecer os limites e as diretrizes para as intervenções nas áreas no entorno de bens tombados.

  •  O tombamento de edifícios ou bairros inteiros ‘congela’ a cidade impedindo sua modernização?

Não. Preservação e revitalização são ações que se complementam e juntas podem valorizar bens que se encontram deteriorados.

  • O tombamento é um ato autoritário?

Não. Porque é analisado por conselhos públicos para se ter  um veredicto.

  • Qual o órgão municipal responsável pela preservação dos bens culturais paulistas?

CONPRESP – Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da cidade de São Paulo. Criado pela lei 10032 (1985). O órgão e vinculado à Secretaria Municipal de Cultura e tem como órgão técnico de apoio, o DPH (Departamento de Patrimônio Histórico).

Arquiteto: ‘minha vontade ou a do cliente?’

walcyr_carrascoHá anos estou reformando uma casa em São Paulo. Quem já entrou numa reforma sabe que há data para começar, mas jamais para terminar. É uma construção antiga, com vitrais e um belo jardim. Quando comprei o imóvel, pensei: “Esta é a casa de um escritor”. Penso que, quando morar nela, serei mais feliz.

Reformar imóveis tem sido uma atividade constante na minha vida. Motivo pelo qual há anos peguei cisma de arquitetos e, faz pouco, demiti o último. Um profissional é responsável pelas plantas. Para tocar a obra, o engenheiro que se tornou também meu amigo, Marcelo. Comprei o apartamento em que vivo na planta. Chamei uma profissional famosa para a finalização e o interior. Expliquei que não podia gastar muito. Mostrei meus móveis.

– Vou aproveitar tudo! – disse ela.
Foram surgindo sugestões: poltroninhas, um móvel que ela mesma desenhou… Cada vez que eu dizia não, ela me lançava um olhar penetrante. Arquitetos, designers de interiores ou, como diziam antes, decoradores, desenvolvem um olhar especial que parece dizer: “Como você é brega!”. No susto fui topando. Ainda implorei:
– Adoro aquela mesinha. Ela não pode faltar.
Na hora de montar a sala, cadê lugar para ela? Pior: o ar-condicionado não funcionava. A arquiteta afirmou: o ar fora testado, sem problemas. Mas algo em minha memória se remexeu. Lembrei-me! Durante a obra, a construtora me enviara os controles. Estavam no cofre intactos. A arquiteta mudara os aparelhos de lugar, e os canos estavam com cimento. Liguei:
– Como vocês testaram, se os controles estão comigo?
Silêncio abissal.
No final, quando eu reclamava de algo, ela respondia:
– Mas isso não é minha cara…
– Quem vai morar aqui sou eu!
De novo, o olhar de desprezo absoluto, como se eu fosse um selvagem defendendo minha caverna.
Não sou a única vítima. Um amigo assustou-se quando sua arquiteta trouxe uma mesinha constituída por duas tábuas com pregos aparentes, na faixa dos US$ 10 mil. Ela praticamente retrucou que ele era um poço de mau gosto. E pão-duro.
Arquitetos gostam da frase:
– Quando você receber alguém…
Essa é a razão pela qual casas feitas por designers e arquitetos de interiores assemelham-se a estandes de decoração. São para ser vistas. Não vividas. Sinceramente, prefiro entrar numa sala e ver sapatos jogados num canto à beleza asséptica, que me deixa tão à vontade como um centro cirúrgico.

A remuneração dos arquitetos e designers costuma ser na base de uma percentagem do que é gasto, entre 10% e 20%. Ou seja: quanto mais faz o cliente gastar, mais ele ganha. Vejo aí um conflito de interesses. Outros profissionais cobram percentagens, como os advogados. Mas é justo, porque ganham em cima do que conseguem para um cliente numa causa, ou sobre aquilo que o cliente deixa de pagar em outra. Muitos designers e arquitetos tornam-se vendedores de luxo. Querem que a gente jogue tudo fora e bote novo. Quanto mais, melhor.

Há coisa bem pior. A famigerada RT – Reserva Técnica. É a percentagem que a loja dá diretamente ao designer ou arquiteto sobre quanto o cliente gastou. Em algumas, começa com 10%. Noutras, o céu é o limite. Há uma romaria às lojas mais caras, onde a RT costuma ser maior.

Só para dar uma ideia: pedi a três empresas respeitadas que orçassem armários e cozinha. Depois, negociei pessoalmente:
– Não há arquiteto, nem vocês terão de pagar RT. Quero desconto.

Todas começaram oferecendo 40%! Suponho que era a margem da RT. Soube de casos, à boca pequena, entre os mais estrelados, em que a RT é de 100%. Sinceramente, acho o nome RT pouco apropriado. Melhor seria propina. Do que se trata a tal RT, senão de uma propina paga pelo fornecedor ao profissional?

De fornecedores de vasos sanitários a galerias de arte, todo mundo dá propina.
É hora de moralizar!

Nem todos os profissionais agem assim. Mas a prática tornou-se comum. Pior: admitida. De fornecedores de vasos sanitários a galerias de arte, todo mundo dá propina. Está na hora de moralizar a relação entre cliente, designer e arquiteto. Seria preciso proibir a RT, com penalidades. E acabar com a cobrança por percentagem. Na obra e na decoração, o preço deveria ser por metro quadrado, como ao fazer a planta.

Desde que fiquei sem arquiteto, estou feliz. Gasto bem menos na obra. Vou fazer minha casa do meu jeito. Não quero viver numa vitrine. Quero fotos de família na sala. E que os amigos sintam-se à vontade para ir à geladeira pegar um refrigerante. Minha casa é meu lar, e só quero me sentir bem.

– WALCYR CARRASCO
é jornalista, autor de livros, peças teatrais e novelas de televisão .

Texto original de : revistaepoca.globo.com

 

Mais luz para: Sala São Paulo!

Olá gente! Hoje vou falar um pouco sobre um lugar que eu adoro e que acho lindo demais! A Sala São Paulo.

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Já estive lá algumas vezes para prestigiar algumas orquestras e posso dizer que todo o local, tanto a sala como o hall de entrada quanto todo o edifício são maravilhosos! Se tiverem oportunidade, recomendo uma visita ao local pois vale muito a pena!

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A paulistana Sala São Paulo se encontra ao lado da conhecida estação da Luz em SP, é a maior e mais moderna sala de concertos da América Latina e sede da OSESP ( Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo). O edifício foi projetado em 1925 no estilo Luís XVI e concluído somente em 1938. A AESeletropaulo fez a troca de toda a iluminação do local, em um investimento de 4.025 milhões de reais , que modernizou também a climatização do prédio. Essas mudanças fazem parte do programa de eficiência energética da empresa, que destina anualmente 0,5% do seu faturamento a ações que evitam desperdício de energia e contribuem para o bom uso dos recursos naturais.

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A nova iluminação do prédio foi realizada pela Philips, que utilizou aparelhos de LEDs. As 2400 luminárias internas e 200 conjuntos de lâmpadas externas que foram trocados deverão gerar uma economia de 76% no uso de energia da Sala, o que representa 1825 MWh ‘isso equivale ao consumo de aproximadamente 950 residências‘ segundo Max Lins, diretor de clientes corporativos da AESeletropaulo.

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O projeto realizado utiliza a mesma tecnologia de outros importantes monumentos mundiais, como o Palácio de Buckingham e a Bolsa de Valores de Frankfurt segundo Yoon Kim, vice-presidente de Iluminação da Philips Brasil.

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Para o diretor executivo da fundação Osesp, a iluminação externa passou a ser um atrativo especial.

Para mais informações sobre o local acesse:

http://www.osesp.art.br

fonte: Lume Arquitetura (revista)

A Casa e a Cidade

Coleção relembra o uso residencial do imóvel que hoje sedia o MCB

A exposição “A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado” marca a volta da coleção da Fundação Crespi Prado, agora em comodato no Museu da Casa Brasileira, instituição da Secretaria de Estado da Cultura. Com textos dos professores Carlos Lemos e Maria Ruth Amaral, ambos da FAU-USP, além da contribuição do ambientalista Ricardo Cardim, a mostra possibilita novas leituras a respeito deste acervo, em um retrato da cidade de São Paulo entre o final do século 19 até meados do século 20.
“A coleção da família dos moradores originais do imóvel que abriga o Museu da Casa Brasileira tem sido preservada pela Fundação Crespi Prado, criada por Renata Crespi em 1975. Em 1996 houve a primeira apresentação de parte destes objetos no MCB. A nova exposição, inaugurada em 2012, contextualiza a coleção com uma curadoria que tem o viés das abordagens características das áreas de vocação do Museu”, afirma Miriam Lerner, diretora geral do MCB.
Dividida em módulos – Renata Crespi; Fábio Prado; território; vida pública e cidade; e o Solar –, a mostra busca apresentar aspectos do cotidiano do casal que habitava o Solar, revelando suas origens, sua atuação como protagonistas na história da cidade, e a casa em que moraram, caracterizada desde o início como um local de encontros, reuniões e eventos de caráter político e cultural.
A cidade do período é reconhecida, com os avanços urbanísticos propiciados pela própria gestão de Fábio Prado que, como prefeito de São Paulo de 1934 a 1938, permitiu a expansão da malha urbana rumo ao rio Pinheiros. Por meio de textos do ambientalista Ricardo Cardim e pesquisa iconográfica em acervos como da Fundação Energia e Saneamento, do Esporte Clube Pinheiros e da Casa da Imagem de São Paulo , pode-se identificar as transformações ocorridas neste território de inserção do Solar Fábio Prado, desde as primeiras ocupações à canalização do rio Pinheiros.

Com base em textos dos professores Carlos Lemos e Maria Ruth Amaral, são detalhadas as ações urbanísticas e culturais do prefeito, sua vida pública e a cidade do período. Responsável pela criação do Departamento Municipal de Cultura, Fábio Prado iniciou em sua gestão obras que serviram de base para o desenvolvimento paulistano em uma metrópole, como as avenidas Nove de Julho, Rebouças e Itororó (hoje 23 de Maio), os viadutos Martinho Prado e Viaduto do Chá, além dos edifícios da biblioteca municipal e do estádio do Pacaembu.

A ocupação interior do Solar da rua Iguatemi é retratado a partir de fotografias, móveis e objetos, que revelam hábitos do casal como o de oferecer célebres jantares e colecionar objetos de arte como porcelanas e pratarias de diferentes regiões do mundo, ao lado de obras de Di Cavalcanti, Portinari e Brecheret.
“Esta mostra visa contribuir para o conhecimento de uma face importante da história de São Paulo, e facilitar a compreensão das relações entre o imóvel, seu uso, os hábitos de seus moradores e a paisagem, revistas a partir da casa e do período de sua vida como tal, a casa do MCB”, conclui Giancarlo Latorraca, diretor técnico do Museu.

Sobre as famílias Crespi e Prado
A trajetória das famílias de origem dos antigos proprietários do Solar Fábio Prado compreende um importante capítulo da história de São Paulo entre o final do século 19 e meados do século 20, diretamente relacionado ao processo de modernização da cidade e sua consolidação como metrópole.
De um lado, a família Silva Prado, tradicionalmente ligada à economia agrária, de tropeiros a produtores de café, consolidou-se na metrópole, assim como outros barões do café, envolvendo-se no mercado de ações, empreendimentos bancários e estabelecimentos comerciais, além de conquistar notória projeção política. Martinico Prado, pai de Fábio, atou como deputado pelo Partido Republicano. Antônio da Silva Prado (o Conselheiro), irmão de Martinico, comandou a prefeitura de São Paulo por três mandatos consecutivos, de 1898 a 1910. O cargo voltaria às mãos da família entre 1934 e 1938, com Fábio Prado, engenheiro formado na Bélgica que contribuiu decisivamente para a construção da infraestrutura urbana e de apoio à cultura da cidade.
Por sua vez, a família Crespi representa a ascensão de imigrantes oriundos do “boom” populacional experimentado pela cidade, que recebeu muitos europeus para prover mão de obra não só para a produção de café, mas também para a indústria incipiente. Destacaram-se no meio industrial, formando uma nova classe e incrementando a dinâmica com as elites tradicionalmente agrárias. Rodolfo Crespi, pai de Renata, construiu um enorme patrimônio, tornando-se uma das famílias de origem italiana mais influentes da cidade.

Sobre a Fundação Crespi-Prado
A Fundação Crespi-Prado, instituída por Renata Crespi Prado em 1975, representa um acervo artístico composto da coleção de móveis antigos, quadros, pratarias, tapeçarias, ourivesarias, baixelas e alfaias que faziam parte da decoração de suas residências nas cidades de São Paulo e de Araras, ambas no Estado de São Paulo. Entidade civil sem fins lucrativos, a Fundação é administrada por uma Diretoria com três membros e por um Conselho de Curadores composto de 11 membros. Sua finalidade é incentivar as artes e outras ciências sociais, inclusive a história e mais conhecimentos correlatos.
Seu acervo, cedido em comodato, está exposto no Museu da Casa Brasileira, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, nos Palácios do Governo do Estado de São Paulo e em breve também no Jockey Club de São Paulo. Em 2010, a Fundação passou a apoiar projetos culturais voltados a crianças e adolescentes carentes por meio do apoio e de parcerias com instituições de reconhecida competência e utilidade pública. Atualmente, existem parcerias em curso com três instituições do gênero.

Sobre o Museu da Casa Brasileira
O Museu da Casa Brasileira se dedica às questões da cultura material da casa brasileira. É o único do país especializado em design e arquitetura, tendo se tornado uma referência nacional e internacional nesses temas. Dentre suas inúmeras iniciativas destaca-se o Prêmio Design Museu da Casa Brasileira, realizado desde 1986, e que comemora este ano sua 26ª edição.

Exposição A Casa e a Cidade – Coleção Crespi-Prado
Abertura: 29 de setembro, sábado às 11h
Entrada gratuita e aberta ao público em geral
Visitação: exposição de longa duração
Museu da Casa Brasileira
Endereço: Av. Faria Lima, 2.705 – Jd. Paulistano
Tel.: (11) 3032-3727
Horário de funcionamento: de terça a domingo das 10h às 18h
Ingressos: R$ 4 e R$ 2 (meia-entrada)
Domingos e feriados – gratuito
Acesso a pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida
Estacionamento: de terça a sábado até 30 minutos, grátis; até 2h, R$ 12. Demais horas: R$ 2. Domingo e feriados, preço único de R$ 15
Bicicletário com 20 vagas
Visitas orientadas: (11) 3032-2564 / agendamento@mcb.org.br
Site: www.mcb.org.br
Redes sociais: www.facebook.com/museu.dacasabrasileira | Twitter: @mcb_org

Fonte: Assessoria de imprensa do Museu da Casa Brasileira

Obras de Antonio Parreiras na Pinacoteca

Exposição tem abertura neste sábado na Pinacoteca

A Pinacoteca do Estado de São Paulo, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, apresenta a exposição Antonio Parreiras, pinturas e desenhos com 20 trabalhos realizados entre 1887 e 1929. As obras pertencem aos acervos da Pinacoteca do Estado e do Museu Antonio Parreiras, primeiro museu brasileiro dedicado à obra de um único artista e que este ano, comemora 70 anos de existência.

Antonio Diogo da Silva Parreiras (Niterói, RJ, 1867-1937) é conhecido como um dos principais paisagistas brasileiros entre o final do século 19 e as primeiras décadas do século 20. A exposição apresentada na Pinacoteca é uma oportunidade única para ver um conjunto de cinco desenhos raramente exposto, com destaque para Cabeça de onça, 1916, Salgueiros em dezembro, 1917, Vieilles Maisons à Sartene [Velhas casas em Sartene], 1918, e Chaumière Saint-Alpinien [Cabana Saint-Alpinien], 1919. Também serão exibidas 16 pinturas de paisagens, marinhas, casarios e figuras, realizadas durante suas viagens pelo Brasil e pela Europa. Deste conjunto, destacam-se, Manhã de inverno, 1894, Dia de mormaço, 1900, Marinha, cerca de 1905, e Tormenta, 1905, entre outros. “Parreiras executou diversos gêneros de pintura. Difícil indicar o número aproximado de obras que realizou. Segundo o próprio Parreiras, em sua autobiografia História de um pintor, contada por ele mesmo (1926), até aquele momento havia feito mais de 850 telas. (…) Elogiado como paisagista; criticado como pintor de temas históricos e de pinturas de gênero – especialmente os nus –, suas obras estão presentes em muitos museus brasileiros e também em coleções particulares. Quando vivo, foi reconhecido como o mais importante pintor atuante pela revista Fon-Fon em 1925”, afirma Ana Paula Nascimento, curadora da mostra.

Esta é a segunda exposição de Parreiras na Pinacoteca. A primeira, Antonio Parreiras: pintor de paisagem, gênero e história, aconteceu em 1981. Segundo Kátia de Marco, diretora do Museu Antonio Parreiras, “o temperamento impetuoso e independente de Parreiras, que transparece de modo espontâneo no seu livro de memórias] permitiu que o artista direcionasse seu talento à liberdade expressiva de se preservar das imposições clássicas do academicismo, sem se comprometer com os novos preceitos modernistas surgidos no Brasil nas duas primeiras décadas do século XIX. (…) De alguma forma, tal postura contribuiu para mantê-lo em certo limbo da crítica póstuma e da historiografia escrita pelas lentes modernas, deslocando-o do foco de interesse para um aprofundamento valorativo e merecido, dada a importância de sua obra na história da arte brasileira”.


Sobre o artista
Antonio Parreiras (Niterói, RJ, 1860-1937) inicia seus estudos em 1883, como aluno amador na Academia Imperial de Belas Artes, onde frequenta as aulas do professor de paisagem Georg Grimm. Após dois anos, junto a França Júnior, Castagneto, Hipólito Caron e Domingos Garcia y Vasquez, abandona a Academia quando esta proíbe que o mestre dê aulas de pintura ao ar livre. Ainda sob a orientação de Grimm, o grupo pinta paisagens da praia da Boa Viagem, em Niterói. Em janeiro de 1885, em seu ateliê naquela cidade, Parreiras realiza a primeira exposição de sua produção; esses quadros e mais alguns são expostos no mesmo ano na loja A Photographia, no Rio de Janeiro. Em abril inaugura exposição na Casa De Wilde, um dos principais pontos de encontro dos artistas profissionais no Rio de Janeiro, e no final do mesmo ano expõe algumas telas na Glace Élégante. Assim, inicia uma carreira permeada de exposições individuais, não só no Rio de Janeiro, mas, posteriormente, em diversos estados do Brasil, como São Paulo, Pará, Amazonas e Rio Grande do Sul. Realiza uma série de excursões e viagens de estudo por diversas partes do país.

A imprensa no período observa a falta de prática do artista no desenho de figura e, em diversas ocasiões, pronuncia-se incitando o jovem a ir aperfeiçoar-se na Europa. Parreiras executa então a pintura A tarde, para submissão à compra pelo Governo Imperial. Com o dinheiro da venda, viaja pela primeira vez à Europa, desembarcando em Gênova, de onde segue para Roma; por fim, estabelece residência em Veneza. Torna-se aluno livre da Academia de Belas Artes local, onde estuda com Filippo Carcano. Em 1890 retorna ao Brasil e inscreve trabalhos na Exposição Geral de Belas Artes daquele ano, a primeira organizada no período republicano, obtendo pequena medalha de ouro. Pela primeira vez realiza uma pintura histórica, sob encomenda. Embrenha-se nas florestas tropicais, reproduzindo nas telas o clima e o mistério que existem na flora e na fauna locais, com verdes intensos e cores fortes. Marinhas e cenas campestres completam a sua produção artística, que o coloca entre os principais paisagistas do Brasil.

Em fevereiro de 1906 embarca novamente para a Europa; passa por Portugal e se estabelece em Paris. Retorna ao Brasil em 1907, e em 1908 segue para Belém, de onde se transfere para Paris levando consigo o filho Dakir, para iniciá-lo na pintura. Em 1909, em Paris, inscreve a pintura de nu Fantasia no Salon de la Societé Nationale de Beaux Arts, obtendo grande sucesso. De volta ao Brasil, em 1910 parte novamente para Paris, onde inscreve no Salon a pintura Frineia, aceita por unanimidade pelo júri. Passa então a ser conhecido na Europa como pintor de nus. Apresenta posteriormente Dolorida, 1910; Flor brasileira, 1913; Nonchalance, 1914, e Modelo em repouso, 1920.

São poucas as paisagens realizadas na década de 1920. Contudo, prossegue na realização de pinturas históricas. Pelas dificuldades em obter encomendas de pinturas históricas nos anos seguintes, Parreiras volta-se novamente para a pintura de paisagens. Adoece progressivamente a partir de 1932, e, ao morrer, deixa prontos os originais da segunda parte de seu livro de memórias, História de um pintor contada por ele mesmo, cuja primeira edição data de 1926. Segundo ele próprio, realizou ao longo de aproximadamente 55 anos, mais de 850 pinturas, das quais 720 em solo brasileiro, tendo feito 39 exposições no Rio de Janeiro e em vários outros estados do Brasil.


Antonio Parreiras, pinturas e desenhos
Abertura: 6 de outubro, sábado, a partir das 11h
Em cartaz até o dia 3 de março de 2013


Pinacoteca do Estado

Endereço: Praça da luz, 2
Tel.: (11)  3324-1000
Funcionamento: de terça a domingo, das 10h às 18h
Ingresso: R$ 6,00 e R$ 3,00 (meia). Grátis aos sábados e às quintas

Fonte 1: Assessoria de imprensa da Pinacoteca do Estado, Secretaria da cultura do Estado de São Paulo.

Crie a sua arte no Metrô de São Paulo!

Novidade pra quem gosta de arte!

Você está convidado a desenvolver uma arte e enviar para que seja votada, se ganhar, sua obra será estampada na nova linha de metrôs de São Paulo!

‘Tá pintando um novo metrô’

O Governo do Estado de São Paulo inova mais uma vez e está iniciando a producão dos trens do monotrilho da Linha 2 – Verde e quer contar com a sua criatividade para decorá-los. Então, está na hora de pegar aquele artista que existe em você e colocá-lo para trabalhar. Cadastre-se já. A melhor e mais votada criação será aplicada nos vagões dos trens de verdade.

O CONCURSO

O concurso Tá pintando um novo metrô vai selecionar uma arte por meio do voto popular para estampar o primeiro vagão da nova linha de metrô de São Paulo.

Do dia 15 de agosto à 03 de setembro os artistas poderão enviar suas artes para concorrer. Cada artista pode enviar até 5 artes. Depois disso, uma comissão julgadora vai escolher até 20 artes para serem votadas pelo público. Do dia 11 à 27 de setembro o público poderá votar na arte que quer ver estampando o novo metrô.

Na fase de votação, cada pessoa tem direito a 2 votos por dia. Às 24 horas de cada dia esses votos expiram, ou seja, é preciso utilizar esses votos antes da meia noite pois senão eles serão perdidos. Há também os votos extras. Você ganha um voto extra toda vez que uma nova pessoa que se cadastrar na rede colocar seu nome no campo “Quem te indicou”. O voto extra não expira no dia, ele pode ser utilizado a qualquer momento até o término do concurso. Participe e ajude a deixar São Paulo ainda mais bonita.

Para mais informações e cadastramento acesse: http://tapintandoumnovometro.com.br

Design Weekend em São Paulo!

O DW! Design Weekend, promovido pela Casa Claudia e a Summit Promo, terá mostras, intervenções e debates voltados para design, arte, arquitetura e sustentabilidade. O festival será realizado de 23 a 26 de agosto.

 

A Itália já tem a sua consagrada Milano Design Week. A Inglaterra, o London Design Festival. Agora, pela primeira vez, São Paulo sediará o DW! Design Weekend, festival que tem o objetivo de mobilizar a população para o design, urbanismo, a arte, arquitetura e inovação. De 23 a 26 de agosto, a cidade será tomada por exposições, debates, caminhadas e intervenções.

As atividades serão realizadas em parques, praças, museus, galerias, estúdios e lojas, configurando uma rede de criatividade e talentos a favor do design, da cidadania, sustentabilidade, renovação das cidades, inclusão social, entre outros temas.

Para Pedro Ariel, curador do Design Weekend e diretor de redação da revista Casa Claudia* – que promove o evento em parceria com a Summit Promo -, o diferencial deste festival são as parcerias com arquitetos que trabalham com comunidades da periferia, melhorando esses espaços com arte e cultura. Assista no vídeo abaixo os depoimentos de Ariel e de Lauro Andrade, diretor da Summit .

A programação do festival inclui eventos que abordam temas relacionados à sustentabilidade:

ARTE NO METRÔ: Obras do coletivo Sipá estarão expostas nas estações Clínicas, São Bento, Sumaré e Vila Madelana – nesta, será exibido o painel Fim Lúdico, com seis metros de altura, criado pelo artista plástico Cholito Chowe;

URBANISMO PARA A FELICIDADE: Encontro organizado pela revista Arquitetura & Construção*, entre Marcelo Rosenbaum, Carlos Leite e Anna Dietzsch, para discutir a renovação das cidades por meio da arquitetura. Será na Praça Victor Civita, em Pinheiros (leia mais em Encontro discute arquitetura e renovação das cidades);

CONTAIN[it]: A Praça Victor Civita também receberá um contêiner, da empresa Contain[it] – que reutiliza esses recipientes de transporte marítimo para criar novos espaços – com uma exposição de luminárias, cadeiras, mesas e vasos desenhados pelos designers o SuperLimão Studio, Nada se Leva, Camila Sarpi, Thomaz Bondioli e Diana Albuquerque;

ROTEIROS TEMÁTICOS SP TURIS: A empresa de turismo de São Paulo realizará caminhadas pela cidade, conduzidas por guias bilínguis, com saídas aos sábados e domingos – às 9h e às 14h -, saindo da estação do metrô. A SP Turis também sugere roteiros autoguiadas com os temas Arquitetura pelo Centro Histórico, Cidade Criativa e Arte Urbana. Os roteiros sugeridos estão no site  Cidade de São Paulo;

PRAÇA APRENDIZ DAS LETRAS: Abrigará a mostra Plano de Bairro da Vila Madalena, com propostas de mudanças na região elaboradas por arquitetos do escritório nova-iorquino Davis Brody Bond em diálogo com os moradores do bairro;

DESIGN WORKING E DESIGN+SOCIAL: A Universidade Mackenzie, a feira Craft Design, o Instituto Meio e a ONG Design Possível se uniram à Associação de Designers de Produto para promover o projeto Design Working, que inclui a palestra Design Social – Metodologia e suas contribuições para um mundo mais justo e sustentável, com Lars Diederichsen. Também haverá visitas guiadas à feira Craft Design, a um grupo produtivo e criativo na periferia de São Paulo e ao Instituto Meio, onde serão apresentados projetos de design social. Os interessados devem se inscrever pelo blog do Design Working.

A programação completa está disponível no site do Design Weekend.

DW! DESIGN WEEKEND
Data e Horário:
 23 a 26/08, 10h às 20h
Circuito:
– Al. Gabriel Monteiro da Silva e arredores
Av. Paulista e arredores
– Vila Madalena e Pinheiros
– Centro e Santa Cecília
– Ibirapuera/Moema e
– Vl Nova Conceição

Para mais informações:http://www.designweekend.com.br/

Fonte: Abril (planeta sustentável).